emot no tvt :: tiguan
Dupla peça entre VW Tiguan e Mazda CX-7. Gravado em Sintra.
Repórter de imagem: Pedro Lopes
emot no tvt :: auris híbrido
Apresentação internacional do Toyota Auris Híbrido, em Barcelona (imediações).
Repórter de imagem: Marco Fernandes.
emot no tvt :: touran
Apresentação internacional do VW Touran, em Düsseldorf e Colónia, na Alemanha.
Repórter de imagem: Marco Fernandes.
emot no tvt :: quase comparativo
O Nissan Qashqai ao lado do novo Mitsubishi ASX e do renovado Subaru Outback numa espécie de comparativo entre marcas japonesas.
Repórteres de imagem: Pedro Lopes (Outback), Marco Fernandes (Qashqai), Hugo Gonçalves (ASX).
emot no tvt :: venga
Teste ao Kia Venga em Palmela (Castelo e cidade).
Repórter de imagem: Marco Fernandes.
emot no tvt :: c3
O novo C3 apresenta uma mala maior do que os concorrentes directos e um excelente tecto panorâmico. Teste gravado na Ericeira.
Repórter de imagem: Marco Fernandes
emot no tvt :: alto
Suzuki Alto, perto do Castelo de São Jorge, Lisboa.
Repórter de imagem: Mário Tojo
emot no tvt :: spark
Apresentação Internacional do Chevrolet Spark, em Atenas.
Repórter de imagem: Mário Tojo
Especial filmes na uni
Para o Mundo Universitário. 7ª Arte. Agosto 2010.
--
Cinema
João Tomé
É uma das alturas mais emocionantes na vida da maior parte da vida estudantil. Ir para a Universidade significa independência e, muitas vezes, festa, paixões, lições, amizades e, claro (espera-se) estudo. Isso mesmo se vê nas 10 histórias que escolhemos para exemplificar esse espírito de quem entra nesse admirável mundo novo.
Colocamos de seguida 10 opções, mas podiam ser mais, tal a é a variedade do tema, que seria ainda mais extenso no domínio dos filmes passados no secundário (antes de haver o famoso American Pie já tinha havido o louco Porkys).
Lamentavelmente, não há filmes portugueses que tenham ficado na retina dedicados ao tema. O recente e bem sucedido Funeral à Chuva aborda um pouco o tema, mas há distância.
No filão de filmes norte-americanos ficaram de fora bons exemplos como a curiosa sátira negra As Regras da Atracção (2002), sobre uma festa universitária que junta num triângulo amoroso um traficante de droga, uma virgem e uma bissexual.
Road Trip (2000)
A maior parte dos jovens portugueses nos dias de hoje, saem de casa dos pais pela primeira vez para irem para a universidade e separam-se geograficamente da namorada de secundário pelo facto. Isso mesmo aborda esta comédia, com Breckin Meyer a interpretar um jovem que tenta manter uma relação à distância com a namorada mas deixar-se levar por um grupo de novos amigos e pelas suspeitas que a namorada o anda a enganar. Pelo meio envia a cassete de sexo com uma amiga colorida por engano para a namorada e embarca numa road trip pelo país para a recuperar a tempo.
Lição: relações à distância são problemáticas
Género: Comédia
American Pie 2 (2001)
O regresso a casa no Verão depois da nova aventura da faculdade pode trazer muitas mudanças, nas amizades, relações e até nas pessoas. Já o louco e tarado Sttifler continua igual a si mesmo. Enquanto o primeiro American Pie trouxe sexo (mais tentativas do que outra coisa), festa e parvoíce durante o secundário), a sequela continua a ser comédia mas foca temas mais difíceis, nomeadamente amigos a readaptarem-se a si mesmos no regresso após um ano muito diferente do que o habitual. Curioso ver as semelhanças entre a juventude dos anos 2000 e dos anos 1970.
Lição: as amizades no regresso a casa nas férias mudam
Género: Comédia
A Residência Espanhola (2002)
É o filme por excelência para se ter noção do que pode ser uma experiência de Erasmus pela Europa e, acima de tudo, é um excelente filme europeu, interessante e entusiasmante. É do cineasta francês Cédric Klapisch, mas o elenco internacional permite tomar gosto a várias culturas europeias, tudo em Barcelona. Romain Duris é Xavier, o protagonista francês que deixa a namorada (Andrey Tautou) em Paris e acaba por viver dúvidas existenciais e amorosas na cidade catalã, que poucas vezes foi tão bem retratada no cinema. Itália, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca e Espanha são as nacionalidades dos companheiros de apartamento de Xavier, que vão ajudá-lo a tornar-se mais rico em vivências.
Lição: muitas culturas fazem bem ao espírito e à mente
Género: Drama/Comédia
Animal House (1978)
Este clássico da comédia leva-nos para uma irmandade repleta de estudantes repetentes, todos rapazes e sedentos por festa. Aborda sem grandes pudores sexo, bebida em excesso e tem uma banda sonora memorável até porque a acção do filme passa-se em 1962, altura notável para a música. Mostra que por vezes, mesmo quem tira más notas até pode chegar longe… caso da personagem de John Belushi. É sobre as experiências durante a escola mas fora das aulas e tem semelhanças com a comédia Back do School (1986), com o comediante Rodney Dangerfield como um pai que volta à universidade e faz dos subornos a sua melhor forma de ter boas notas.
Lição: As aulas não te ensinam tudo
Género: Comédia
Três à Mistura (1994)
O elenco é de luxo e a história simples mas intensa. Stephen Baldwin e Josh Charles (é o Knox Overstreet de Clube dos Poetas Mortos) são companheiros de dormitório na faculdade. Devido a um problema burocrático o seu novo colega é Alex (Lara Flynn Boyle), uma mulher! Primeiro a relação entre os três é tensa. Mas depressa um dos rapazes apaixona-se por Alex e Alex pelo outro rapaz. Não falta tensão sexual num trio improvável por entre aulas e descobertas de sexualidade…
Lição: num dormitório dá-se e leva-se
Género: Comédia/ Romance
----
Clube dos Poetas Mortos (1989)
Pode ser pré-universidade mas embarca no espírito universitário e de dúvidas existenciais e descobertas pessoais como poucos filmes o conseguiram. A pressão dos pais para se seguir a carreira já traçada, a timidez inicial de quem chega a uma escola rígida e quer cumprir a vontade dos pais, a descoberta de amigos, da poesia e de que há professores que nos mudam a vida… pela poesia e liberdade em nos deixar pensar pela nossa cabeça. Tudo isto “explode” neste belíssimo filme de Peter Weir, com Robin Williams que é “Oh Captain, my Captain”, Ethan Hawke e Robert Sean Leonard. Um filme que marcou uma geração e a ensinou “a sugar o tutano da vida”…
Lição: “Carpe Diem, aproveitem o dia, rapazes, façam das vossas vidas extraordinárias”
Género: Drama
A Escola da Vida (1994)
Passado na excelência universitária de Harvard, Monty (um novo Brendan Fraser) é um estudante de topo que se dedica à tese que ele acredita vai ajudar a dar-lhe um futuro risonho. Quando o computador avaria, fica apenas com uma cópia de papel do trabalho. O pânico de perder tudo apressa-o para ir fotocopiar, mas tropeça e vê o “futuro” desaparecer pelo esgoto da escola. A lição de vida para este rapaz obcecado surge quando um sem abrigo (o inimitável Joe Pesci) descobre a tese e faz um acordo: por cada dia em que ele lhe dá abrigo e comida, irá receber uma página da tese. A irritação inicial dá lugar a uma experiência de vida curiosa. Patrick Dempsey também participa.
Lição: a vida é muito mais do que um trabalho de faculdade perfeito
Género: Comédia/Drama
Uma Mente Brilhante (2001)
Esta é biografia da ascensão meteórica de John Nash Jr. (Russell Crowe), um prodígio da matemática capaz de resolver problemas que atormentaram as grandes mentes. Entre o génio e os seus problemas mentais, viajamos entre os tempos de estudante universitário que o levaram a uma descoberta aclamada internacionalmente até aos duros tempos de problemas existenciais e aos de professor universitário. Arrogante, obcecado por números, problemático, paranóico, génio e trágico. Ele recuperou a sanidade graças à mulher (Jennifer Connelly) e já tarde na vida recebeu um prémio Nobel. O filme de Ron Howard venceu quatro Óscares.
Lição: genialidade e loucura estão à distância de um passo
Género: Drama
O Bom Rebelde (1997)
O filme que colocou a dupla de amigos Ben Affleck e Matt Damon na rota do sucesso foi escrito pelo duo. A história cativou audiências e a Academia de Hollywood, que lhes deu um Óscar pelo argumento. Damon é um jovem humilde de um bairro pobre, que trabalha como contínuo na prestigiada universidade do MIT. Sem dinheiro para lá estudar, diverte-se a resolver os problemas matemáticos que mais nenhum aluno consegue. Quando é descoberto por um professor que percebe que ele é um génio matemático, vai ter novos desafios mas a vida universitária não cativa o jovem que irá ter um psicólogo (Robin Williams) para o ajudar a definir prioridades, o que promete ser desafio árduo.
Lição: se tens talento, não tenhas medo de arriscar
Género: Drama
Wonderboys (2000)
Realizado por Curtis Hanson, o mesmo de LA Confidential e 8 Mile, esta é a história de um escritor e professor de escrita numa universidade de Pittsburgh. Michael Douglas é o escritor do roupão cuja mulher acabou de o abandonar, que vive na sombra de sucessos antigos e com um bloqueio desesperante. O professor vai envolver-se ainda numa encruzilhada com o aluno que parece escrever melhor do que o mestre, James (Tobey Maguire) e com a aluna que está apaixonada por ele, Hannah (Katie Holmes). Um retrato de um professor e das ligações que existem entre a vida pessoal, a de escritor e de professor num ambiente universitário.
Lição: vida de professor-escritor tem muito que se lhe diga
Género: Drama/Comédia
--
Cinema
Universidade de emoções fortes no grande ecrã
Amizades novas, pessoas de países diferentes juntas, atracções proibidas, namoradas distantes, festa pura e dura, experiências novas, professores que ensinam a sugar o tutano da vida. O cinema é uma palete de exemplos do que foi, é e será a vida numa universidade. O nosso Top 10.João Tomé
É uma das alturas mais emocionantes na vida da maior parte da vida estudantil. Ir para a Universidade significa independência e, muitas vezes, festa, paixões, lições, amizades e, claro (espera-se) estudo. Isso mesmo se vê nas 10 histórias que escolhemos para exemplificar esse espírito de quem entra nesse admirável mundo novo.
Colocamos de seguida 10 opções, mas podiam ser mais, tal a é a variedade do tema, que seria ainda mais extenso no domínio dos filmes passados no secundário (antes de haver o famoso American Pie já tinha havido o louco Porkys).
Lamentavelmente, não há filmes portugueses que tenham ficado na retina dedicados ao tema. O recente e bem sucedido Funeral à Chuva aborda um pouco o tema, mas há distância.
No filão de filmes norte-americanos ficaram de fora bons exemplos como a curiosa sátira negra As Regras da Atracção (2002), sobre uma festa universitária que junta num triângulo amoroso um traficante de droga, uma virgem e uma bissexual.
Os mais ligeiros
Road Trip (2000)
A maior parte dos jovens portugueses nos dias de hoje, saem de casa dos pais pela primeira vez para irem para a universidade e separam-se geograficamente da namorada de secundário pelo facto. Isso mesmo aborda esta comédia, com Breckin Meyer a interpretar um jovem que tenta manter uma relação à distância com a namorada mas deixar-se levar por um grupo de novos amigos e pelas suspeitas que a namorada o anda a enganar. Pelo meio envia a cassete de sexo com uma amiga colorida por engano para a namorada e embarca numa road trip pelo país para a recuperar a tempo.Lição: relações à distância são problemáticas
Género: Comédia
American Pie 2 (2001)
O regresso a casa no Verão depois da nova aventura da faculdade pode trazer muitas mudanças, nas amizades, relações e até nas pessoas. Já o louco e tarado Sttifler continua igual a si mesmo. Enquanto o primeiro American Pie trouxe sexo (mais tentativas do que outra coisa), festa e parvoíce durante o secundário), a sequela continua a ser comédia mas foca temas mais difíceis, nomeadamente amigos a readaptarem-se a si mesmos no regresso após um ano muito diferente do que o habitual. Curioso ver as semelhanças entre a juventude dos anos 2000 e dos anos 1970.Lição: as amizades no regresso a casa nas férias mudam
Género: Comédia
A Residência Espanhola (2002)
É o filme por excelência para se ter noção do que pode ser uma experiência de Erasmus pela Europa e, acima de tudo, é um excelente filme europeu, interessante e entusiasmante. É do cineasta francês Cédric Klapisch, mas o elenco internacional permite tomar gosto a várias culturas europeias, tudo em Barcelona. Romain Duris é Xavier, o protagonista francês que deixa a namorada (Andrey Tautou) em Paris e acaba por viver dúvidas existenciais e amorosas na cidade catalã, que poucas vezes foi tão bem retratada no cinema. Itália, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca e Espanha são as nacionalidades dos companheiros de apartamento de Xavier, que vão ajudá-lo a tornar-se mais rico em vivências.Lição: muitas culturas fazem bem ao espírito e à mente
Género: Drama/Comédia
Animal House (1978)
Este clássico da comédia leva-nos para uma irmandade repleta de estudantes repetentes, todos rapazes e sedentos por festa. Aborda sem grandes pudores sexo, bebida em excesso e tem uma banda sonora memorável até porque a acção do filme passa-se em 1962, altura notável para a música. Mostra que por vezes, mesmo quem tira más notas até pode chegar longe… caso da personagem de John Belushi. É sobre as experiências durante a escola mas fora das aulas e tem semelhanças com a comédia Back do School (1986), com o comediante Rodney Dangerfield como um pai que volta à universidade e faz dos subornos a sua melhor forma de ter boas notas.Lição: As aulas não te ensinam tudo
Género: Comédia
Três à Mistura (1994)
O elenco é de luxo e a história simples mas intensa. Stephen Baldwin e Josh Charles (é o Knox Overstreet de Clube dos Poetas Mortos) são companheiros de dormitório na faculdade. Devido a um problema burocrático o seu novo colega é Alex (Lara Flynn Boyle), uma mulher! Primeiro a relação entre os três é tensa. Mas depressa um dos rapazes apaixona-se por Alex e Alex pelo outro rapaz. Não falta tensão sexual num trio improvável por entre aulas e descobertas de sexualidade…
Lição: num dormitório dá-se e leva-se
Género: Comédia/ Romance
----
Os mais sérios
Clube dos Poetas Mortos (1989)
Pode ser pré-universidade mas embarca no espírito universitário e de dúvidas existenciais e descobertas pessoais como poucos filmes o conseguiram. A pressão dos pais para se seguir a carreira já traçada, a timidez inicial de quem chega a uma escola rígida e quer cumprir a vontade dos pais, a descoberta de amigos, da poesia e de que há professores que nos mudam a vida… pela poesia e liberdade em nos deixar pensar pela nossa cabeça. Tudo isto “explode” neste belíssimo filme de Peter Weir, com Robin Williams que é “Oh Captain, my Captain”, Ethan Hawke e Robert Sean Leonard. Um filme que marcou uma geração e a ensinou “a sugar o tutano da vida”…Lição: “Carpe Diem, aproveitem o dia, rapazes, façam das vossas vidas extraordinárias”
Género: Drama
A Escola da Vida (1994)
Passado na excelência universitária de Harvard, Monty (um novo Brendan Fraser) é um estudante de topo que se dedica à tese que ele acredita vai ajudar a dar-lhe um futuro risonho. Quando o computador avaria, fica apenas com uma cópia de papel do trabalho. O pânico de perder tudo apressa-o para ir fotocopiar, mas tropeça e vê o “futuro” desaparecer pelo esgoto da escola. A lição de vida para este rapaz obcecado surge quando um sem abrigo (o inimitável Joe Pesci) descobre a tese e faz um acordo: por cada dia em que ele lhe dá abrigo e comida, irá receber uma página da tese. A irritação inicial dá lugar a uma experiência de vida curiosa. Patrick Dempsey também participa.Lição: a vida é muito mais do que um trabalho de faculdade perfeito
Género: Comédia/Drama
Uma Mente Brilhante (2001)
Esta é biografia da ascensão meteórica de John Nash Jr. (Russell Crowe), um prodígio da matemática capaz de resolver problemas que atormentaram as grandes mentes. Entre o génio e os seus problemas mentais, viajamos entre os tempos de estudante universitário que o levaram a uma descoberta aclamada internacionalmente até aos duros tempos de problemas existenciais e aos de professor universitário. Arrogante, obcecado por números, problemático, paranóico, génio e trágico. Ele recuperou a sanidade graças à mulher (Jennifer Connelly) e já tarde na vida recebeu um prémio Nobel. O filme de Ron Howard venceu quatro Óscares.
Lição: genialidade e loucura estão à distância de um passo
Género: Drama
O Bom Rebelde (1997)
O filme que colocou a dupla de amigos Ben Affleck e Matt Damon na rota do sucesso foi escrito pelo duo. A história cativou audiências e a Academia de Hollywood, que lhes deu um Óscar pelo argumento. Damon é um jovem humilde de um bairro pobre, que trabalha como contínuo na prestigiada universidade do MIT. Sem dinheiro para lá estudar, diverte-se a resolver os problemas matemáticos que mais nenhum aluno consegue. Quando é descoberto por um professor que percebe que ele é um génio matemático, vai ter novos desafios mas a vida universitária não cativa o jovem que irá ter um psicólogo (Robin Williams) para o ajudar a definir prioridades, o que promete ser desafio árduo.
Lição: se tens talento, não tenhas medo de arriscar
Género: Drama
Wonderboys (2000)
Realizado por Curtis Hanson, o mesmo de LA Confidential e 8 Mile, esta é a história de um escritor e professor de escrita numa universidade de Pittsburgh. Michael Douglas é o escritor do roupão cuja mulher acabou de o abandonar, que vive na sombra de sucessos antigos e com um bloqueio desesperante. O professor vai envolver-se ainda numa encruzilhada com o aluno que parece escrever melhor do que o mestre, James (Tobey Maguire) e com a aluna que está apaixonada por ele, Hannah (Katie Holmes). Um retrato de um professor e das ligações que existem entre a vida pessoal, a de escritor e de professor num ambiente universitário.
Lição: vida de professor-escritor tem muito que se lhe diga
Género: Drama/Comédia
automóveis seniores
Para o jornal Mundo Universitário Sénior.
Texto feito para um público mais velho.
Volvo XC70
Não é um SUV, mas tem uma altura relativamente ao solo razoável. O Volvo XC70 faz jus à reputação que a marca sueca tem vindo a recolher ao longo dos anos no mercado automóvel. É uma carrinha com um nível de conforto e segurança excepcionais, que tem “garras” que chegam para os passeios longos e curtos, em estrada e fora dela.
Esta carrinha de aspecto musculado e que é perita em polivalência na estrada, distingue-se pela maior altura ao solo do que o normal. Isso significa que na hora de passar por estradas esburacadas ou mesmo por estradas de terra e alguns obstáculos, a XC70 não se faz rogada e cumpre como praticamente nenhuma carrinha no mercado.
Desde o ano passado que a Volvo incluiu a XC70 na sua gama DRIVe, de motores ecológicos, com um novo motor mais poupado que consegue gastar bem menos combustível mas ficou com menos potência para aventuras maiores no fora de estrada.
Com materiais agradáveis e de boa qualidade no interior e muito espaço global, o conforto em andamento da suspensão é espantoso e, apesar de ter alguma altura, a carroçaria oscila pouco em curvas. Segurança também não falta, com a Volvo a incluir sistemas de aviso de mudança de faixa, aviso de aproximação de carros no chamado “ângulo morto” e um cruise control trava automaticamente o XC70 face à aproximação de um obstáculo. O preço para esta coqueluche sueca começa nos 50 mil euros.
Toyota iQ
A resposta da Toyota ao smart fortwo (da Mercedes) dá pelo nome de iQ e é um citadino Premium. Na prática, isso significa que o iQ aposta numa qualidade rara num segmento tão baixo. E a verdade é que será difícil achar no mercado português um carro tão pequeno e com um conceito e motor tão cativantes quanto este iQ, daí que a Toyota diga que o seu “mini” carro foi feito para revolucionar a mobilidade urbana.
Com menos de três metros e espaço para três ocupantes adultos mais uma criança, o aproveitamento do espaço é notável e superior ao do smart. Para se ter uma bagageira razoável há que prescindir de um ou dos dois lugares traseiros (fica-se com 238 litros de bagageira). A Toyota fabricou o iQ de raiz, redesenhando várias componentes para tornar tudo mais compacto e aproveitar como nunca o espaço disponível.
Mas o que mais surpreende no iQ é a ampla brecagem da direcção (excelente para estacionamento e para fazer inversões de marcha) e o seu desempenho. Tem uma agilidade para cidade notável e uma dinâmica muito equilibrada. Tanto o motor de 1,0 litros a gasolina de 68 cv, como turbodiesel de 1,4 litros de 90 cv não só são bons para a cidade como tem fôlego para velocidades elevadas com bom nível de segurança nas auto-estradas. O motor 1.0 está disponível desde 13 mil euros.
Seat Alhambra
Considerado monovolume do ano em Portugal, o Alhambra é em tudo semelhante ao primo Volkswagen Sharan, ambos fabricados em Palmela na Autoeuropa. A principal vantagem de um monovolume como este é a facilidade com que leva sete ocupantes – excelente, portanto, para levar a família numa viagem longa ou curta.
Se o aspecto é moderno, o mesmo se passa com o interior, com espaço amplo e uma bagageira a chegar a uns incríveis 885 litros na configuração de cinco lugares. Os dois lugares da terceira fila de bancos contam com um sistema apelidado Easy-Fold, o que permite que estejam integrados no fundo da mala, podendo ser colocados apenas com uma mão – versatilidade não falta.
Mas a maior novidade no acesso ao interior são as portas traseiras deslizantes, que tornam bem mais fácil a tarefa de entrar em espaços apertados e que, em opção, podem ter accionamento eléctrico com sistema de anti-entalamento. A comodidade sai em muito beneficiada. Com preços no motor a gasolina desde os 29 937 euros, a oferta Diesel, mas apetecível, começa nos 35 537 euros na versão 2.0 TDI de 140 cv. A grande diferença do Alhambra para o Sharan é a melhor relação preço/equipamento que a Seat oferece.
Texto feito para um público mais velho.
Automóveis para vários tipos de uso
Na hora de comprar automóvel é importante definir qual é o tipo de utilização que se quer bem como, claro, o preço a que se está disposto a pagar. De seguida damos três exemplos de automóveis que se distinguem nos seus segmentos, para usos bem diferentes.- Conforto, segurança e passeios
Não é um SUV, mas tem uma altura relativamente ao solo razoável. O Volvo XC70 faz jus à reputação que a marca sueca tem vindo a recolher ao longo dos anos no mercado automóvel. É uma carrinha com um nível de conforto e segurança excepcionais, que tem “garras” que chegam para os passeios longos e curtos, em estrada e fora dela.
Esta carrinha de aspecto musculado e que é perita em polivalência na estrada, distingue-se pela maior altura ao solo do que o normal. Isso significa que na hora de passar por estradas esburacadas ou mesmo por estradas de terra e alguns obstáculos, a XC70 não se faz rogada e cumpre como praticamente nenhuma carrinha no mercado.
Desde o ano passado que a Volvo incluiu a XC70 na sua gama DRIVe, de motores ecológicos, com um novo motor mais poupado que consegue gastar bem menos combustível mas ficou com menos potência para aventuras maiores no fora de estrada.
Com materiais agradáveis e de boa qualidade no interior e muito espaço global, o conforto em andamento da suspensão é espantoso e, apesar de ter alguma altura, a carroçaria oscila pouco em curvas. Segurança também não falta, com a Volvo a incluir sistemas de aviso de mudança de faixa, aviso de aproximação de carros no chamado “ângulo morto” e um cruise control trava automaticamente o XC70 face à aproximação de um obstáculo. O preço para esta coqueluche sueca começa nos 50 mil euros.
- Voltas na cidade
A resposta da Toyota ao smart fortwo (da Mercedes) dá pelo nome de iQ e é um citadino Premium. Na prática, isso significa que o iQ aposta numa qualidade rara num segmento tão baixo. E a verdade é que será difícil achar no mercado português um carro tão pequeno e com um conceito e motor tão cativantes quanto este iQ, daí que a Toyota diga que o seu “mini” carro foi feito para revolucionar a mobilidade urbana.
Com menos de três metros e espaço para três ocupantes adultos mais uma criança, o aproveitamento do espaço é notável e superior ao do smart. Para se ter uma bagageira razoável há que prescindir de um ou dos dois lugares traseiros (fica-se com 238 litros de bagageira). A Toyota fabricou o iQ de raiz, redesenhando várias componentes para tornar tudo mais compacto e aproveitar como nunca o espaço disponível.
Mas o que mais surpreende no iQ é a ampla brecagem da direcção (excelente para estacionamento e para fazer inversões de marcha) e o seu desempenho. Tem uma agilidade para cidade notável e uma dinâmica muito equilibrada. Tanto o motor de 1,0 litros a gasolina de 68 cv, como turbodiesel de 1,4 litros de 90 cv não só são bons para a cidade como tem fôlego para velocidades elevadas com bom nível de segurança nas auto-estradas. O motor 1.0 está disponível desde 13 mil euros.
- Para levar a família
Seat Alhambra
Considerado monovolume do ano em Portugal, o Alhambra é em tudo semelhante ao primo Volkswagen Sharan, ambos fabricados em Palmela na Autoeuropa. A principal vantagem de um monovolume como este é a facilidade com que leva sete ocupantes – excelente, portanto, para levar a família numa viagem longa ou curta.
Se o aspecto é moderno, o mesmo se passa com o interior, com espaço amplo e uma bagageira a chegar a uns incríveis 885 litros na configuração de cinco lugares. Os dois lugares da terceira fila de bancos contam com um sistema apelidado Easy-Fold, o que permite que estejam integrados no fundo da mala, podendo ser colocados apenas com uma mão – versatilidade não falta.
Mas a maior novidade no acesso ao interior são as portas traseiras deslizantes, que tornam bem mais fácil a tarefa de entrar em espaços apertados e que, em opção, podem ter accionamento eléctrico com sistema de anti-entalamento. A comodidade sai em muito beneficiada. Com preços no motor a gasolina desde os 29 937 euros, a oferta Diesel, mas apetecível, começa nos 35 537 euros na versão 2.0 TDI de 140 cv. A grande diferença do Alhambra para o Sharan é a melhor relação preço/equipamento que a Seat oferece.
Entrevista Anthony Daniels
Para o Mundo Universitário. Março 2010.
Entrevista
João Tomé
Como surgiu o convite para o Star Wars in Concert, que começou em 2008?
Eu sou a única pessoa que actuou nos seis filmes, desde há 33 anos atrás. Por isso sei a história de toda a saga, bem não tudo, mas tenho a história comigo. Além disso o C3PO é uma personagem que é um contador de histórias, nos filmes. Uma pessoa muito correcta, que gosta de apresentar pessoas, que todos estejam bem, segue o protocolo, a etiqueta. E, também, como o C3PO, eu consigo falar muito. Portanto, todas estas coisas se juntaram, aliando ao facto de eu ainda estar em boa forma e com saúde, visto este projecto requerer muita concentração em palco, todas as noites.
É um trabalho de equipa em cima do palco?
Enorme trabalho de equipa, não só as pessoas que vemos no palco, que é a orquestra e o coro, mas atrás de mim está um ecrã de LEDs gigantes, que é digital. Portanto, as sequências do filme são de alta definição. Sou o narrador que é a cola que une todos os pedaços dos filmes. Há vários momentos da história onde parece que a personalidade do C3PO vem ao de cima para surpreender: “Hello, i’m C3PO, human cyborg relations” [diz na voz inconfundível de C3PO]. O Star Wars in Concert, tem todas as emoções da saga, portanto há bocados assustadores, outros entusiasmantes, outros divertidos, outros são comoventes e a música do John Williams tem todos estes elementos. E tudo é contado com os episódios na ordem correcta, pelo que é mais fácil perceber a totalidade da história.
Que diferenças, na sua opinião houve nos três primeiros filmes e nos três últimos?
É curioso como o George Lucas contou a sua história começando pelo 4, 5, 6 e só depois o 1, 2, 3. Parece maluquice, não sei porque foi assim. Os novos filmes são mais para um público mais novo, mas não faz mal, porque há medida que eles crescem vão-se lembrar daquelas histórias como deles. Nós não tivemos essa hipótese. O George recontou em Star Wars histórias épicas que foram apreciadas ao longo dos séculos, do seu próprio modo.
Não era fã de ficção científica antes de participar nos filmes, mudou de perspectiva?
Penso que a ficção científica se tornou mais interessante. Eu não era nada fã do género, de todo, mas Star Wars, mais do ficção científica é um filme de fantasia, muito como os Salteadores da Arca Perdida [Indiana Jones], ou Piratas das Caraíbas, mas é feito com tanto panache e estilo, que somos absorvidos pela boa história. Eu cresci desde o dia em que sai da sala antes de terminar o 2001, Odisseia do Espaço, estou mais velho. Vi esse filme duas vezes o ano passado e hoje gosto bastante dele.
Que lições importantes guarda dos seus tempos de jovem e universitário?
Duas lições, uma de mim e outra do George Lucas. Ele levou o guião a toda a gente e todos iam dizendo que era porcaria, para ver-se livre daquilo. E isso não o desmotivou, continuou a insistir vezes sem conta até que alguém disse, “ok, vamos fazer um pequeno filme com isto”. E olhem o que aconteceu. Para mim, eu recusei a hipótese de me encontrar inicialmente com o George Lucas. Disse que não estava interessado, tinha feito dois filmes e achava que não era para mim fazer de robot num pequeno filme de ficção científica. O meu agente disse-me que isso era estúpido, nunca sabemos onde um encontro deste tipo nos pode levar. Depois lá me encontrei com ele e isso faz com que eu esteja hoje aqui em Lisboa. Portanto imaginem como eu me sentiria se tivesse recusado. A lição para mim e para os jovens é: nunca recusem uma oportunidade, essa oportunidade pode levar a outra, e outra, nunca sabemos onde essa história nos levar, aproveitem as oportunidades que vos ofereçam, mesmo que não seja óbvio.
Como imaginaria a sua vida sem Star Wars?
Pergunta impossível, impossível. Fiz coisas infindáveis em torno da saga sem ser os seis filmes. Para minha surpresa, os trabalhos nunca pararam.
Qual a actividade ligada à saga sem ser os filmes que mais gozo lhe deu?
Este concerto, que mudou a minha perspectiva total dos filmes. Além disso continuo a fazer coisas. No mês passado fiz voz para o Sistema de Navegação de carros Star Wars, a voz de uma máquina de jogo em Las Vegas, a série de televisão Guerra dos Clones, que continuo a fazer e provavelmente a melhor coisa fora do concerto é fazer vozes para uma diversão dos parques da Disney de Star Wars, que após 22 anos estamos a refazê-las desde há 3 anos, abrem para o próximo ano. E cada vez que estes trabalhos surgem eu fica estupefacto, tudo porque me deixaram manter a voz nos filmes a falar como “C3PO, human cyborg relations”. Por isso ele tem sido um amigo tremendo para mim ao longo dos anos. Estou muito feliz por ter conhecido o C3PO.
Quais as principais memórias das gravações dos primeiros três filmes e dos três finais?
Uma das melhores memórias foi a primeira vez que começámos a filmar. Estava com o R2D2 e ninguém estava a fazer nenhum som para ele. Mais valia estar a actuar com uma cadeira. Pedi ao George Lucas para fazer alguns sons e ele não conseguiu, porque era terrível, não tinha jeito, portanto tive de falar comigo próprio. A minha memória mais bonita foi quando estava a ensaiar sozinho num desfiladeiro, no deserto, perto do palácio do Jabba, e de repente surge atrás de mim um esforçado George Lucas a fazer o som, pi pi pi pi. Nos novos filmes foi chegar ao estúdio pela primeira vez vestido de C3PO e o George dizer: agora sim, Star Wars chegou. Porque ele considera o C3PO uma das principais imagens de toda a história clássica. Portanto são sentimentos de carinho.
Rápidas
Onde vive
No meio de Londres e no meio da zona rural francesa
Personagem de Star Wars
Watto, o dono do ferro velho que escraviza o Anakin
Fato preferido
O de Mark Hamill (Luke Skywalker), com vestes muito leves e macias em que se pode sentar, tinha muita inveja dele.
Música
Sinfonias clássicas
Viagem
Egipto, o Nilo
Estrela de cinema
Johnny Depp
Filme que gostava de ter feito
Eduardo Mãos de Tesoura
Pessoa que mais o ajudou na sua carreira
Um professor
Star Wars in Concert
O quê Espectáculo multimédia, com a música das seis bandas sonoras de John Williams para os seis filmes Guerra das Estrelas. Narração de Anthony Daniels e participação da Royal Philharmonic Concert Orchestra e um coro, com direito a ecrã gigante e uma exposição.
Quando 22 e 23 Março
Onde Pavilhão Atlântico, Lisboa
Preço 35 a 68 euros
Entrevista
“Estou muito feliz por ter conhecido o C3PO”
Poucos o reconhecem na rua mas, na verdade, Anthony Daniels ganhou já um lugar na história do cinema, ao interpretar a voz e os movimentos do robot C3PO nos seis filmes da saga Star Wars. Durante a entrevista ao MU, Anthony, 64 anos, fala no robot que mudou a sua vida, nos mimos de George Lucas e do espectáculo musical Star Wars in Concert, do qual é o narrador e que estará no Pavilhão Atlântico a 22 e 23 de Março.João Tomé
Como surgiu o convite para o Star Wars in Concert, que começou em 2008?
Eu sou a única pessoa que actuou nos seis filmes, desde há 33 anos atrás. Por isso sei a história de toda a saga, bem não tudo, mas tenho a história comigo. Além disso o C3PO é uma personagem que é um contador de histórias, nos filmes. Uma pessoa muito correcta, que gosta de apresentar pessoas, que todos estejam bem, segue o protocolo, a etiqueta. E, também, como o C3PO, eu consigo falar muito. Portanto, todas estas coisas se juntaram, aliando ao facto de eu ainda estar em boa forma e com saúde, visto este projecto requerer muita concentração em palco, todas as noites.
É um trabalho de equipa em cima do palco?
Enorme trabalho de equipa, não só as pessoas que vemos no palco, que é a orquestra e o coro, mas atrás de mim está um ecrã de LEDs gigantes, que é digital. Portanto, as sequências do filme são de alta definição. Sou o narrador que é a cola que une todos os pedaços dos filmes. Há vários momentos da história onde parece que a personalidade do C3PO vem ao de cima para surpreender: “Hello, i’m C3PO, human cyborg relations” [diz na voz inconfundível de C3PO]. O Star Wars in Concert, tem todas as emoções da saga, portanto há bocados assustadores, outros entusiasmantes, outros divertidos, outros são comoventes e a música do John Williams tem todos estes elementos. E tudo é contado com os episódios na ordem correcta, pelo que é mais fácil perceber a totalidade da história.
Que diferenças, na sua opinião houve nos três primeiros filmes e nos três últimos?
É curioso como o George Lucas contou a sua história começando pelo 4, 5, 6 e só depois o 1, 2, 3. Parece maluquice, não sei porque foi assim. Os novos filmes são mais para um público mais novo, mas não faz mal, porque há medida que eles crescem vão-se lembrar daquelas histórias como deles. Nós não tivemos essa hipótese. O George recontou em Star Wars histórias épicas que foram apreciadas ao longo dos séculos, do seu próprio modo.
Não era fã de ficção científica antes de participar nos filmes, mudou de perspectiva?
Penso que a ficção científica se tornou mais interessante. Eu não era nada fã do género, de todo, mas Star Wars, mais do ficção científica é um filme de fantasia, muito como os Salteadores da Arca Perdida [Indiana Jones], ou Piratas das Caraíbas, mas é feito com tanto panache e estilo, que somos absorvidos pela boa história. Eu cresci desde o dia em que sai da sala antes de terminar o 2001, Odisseia do Espaço, estou mais velho. Vi esse filme duas vezes o ano passado e hoje gosto bastante dele.
Que lições importantes guarda dos seus tempos de jovem e universitário?
Duas lições, uma de mim e outra do George Lucas. Ele levou o guião a toda a gente e todos iam dizendo que era porcaria, para ver-se livre daquilo. E isso não o desmotivou, continuou a insistir vezes sem conta até que alguém disse, “ok, vamos fazer um pequeno filme com isto”. E olhem o que aconteceu. Para mim, eu recusei a hipótese de me encontrar inicialmente com o George Lucas. Disse que não estava interessado, tinha feito dois filmes e achava que não era para mim fazer de robot num pequeno filme de ficção científica. O meu agente disse-me que isso era estúpido, nunca sabemos onde um encontro deste tipo nos pode levar. Depois lá me encontrei com ele e isso faz com que eu esteja hoje aqui em Lisboa. Portanto imaginem como eu me sentiria se tivesse recusado. A lição para mim e para os jovens é: nunca recusem uma oportunidade, essa oportunidade pode levar a outra, e outra, nunca sabemos onde essa história nos levar, aproveitem as oportunidades que vos ofereçam, mesmo que não seja óbvio.
Como imaginaria a sua vida sem Star Wars?
Pergunta impossível, impossível. Fiz coisas infindáveis em torno da saga sem ser os seis filmes. Para minha surpresa, os trabalhos nunca pararam.
Qual a actividade ligada à saga sem ser os filmes que mais gozo lhe deu?
Este concerto, que mudou a minha perspectiva total dos filmes. Além disso continuo a fazer coisas. No mês passado fiz voz para o Sistema de Navegação de carros Star Wars, a voz de uma máquina de jogo em Las Vegas, a série de televisão Guerra dos Clones, que continuo a fazer e provavelmente a melhor coisa fora do concerto é fazer vozes para uma diversão dos parques da Disney de Star Wars, que após 22 anos estamos a refazê-las desde há 3 anos, abrem para o próximo ano. E cada vez que estes trabalhos surgem eu fica estupefacto, tudo porque me deixaram manter a voz nos filmes a falar como “C3PO, human cyborg relations”. Por isso ele tem sido um amigo tremendo para mim ao longo dos anos. Estou muito feliz por ter conhecido o C3PO.
Quais as principais memórias das gravações dos primeiros três filmes e dos três finais?
Uma das melhores memórias foi a primeira vez que começámos a filmar. Estava com o R2D2 e ninguém estava a fazer nenhum som para ele. Mais valia estar a actuar com uma cadeira. Pedi ao George Lucas para fazer alguns sons e ele não conseguiu, porque era terrível, não tinha jeito, portanto tive de falar comigo próprio. A minha memória mais bonita foi quando estava a ensaiar sozinho num desfiladeiro, no deserto, perto do palácio do Jabba, e de repente surge atrás de mim um esforçado George Lucas a fazer o som, pi pi pi pi. Nos novos filmes foi chegar ao estúdio pela primeira vez vestido de C3PO e o George dizer: agora sim, Star Wars chegou. Porque ele considera o C3PO uma das principais imagens de toda a história clássica. Portanto são sentimentos de carinho.
Rápidas
Onde vive
No meio de Londres e no meio da zona rural francesa
Personagem de Star Wars
Watto, o dono do ferro velho que escraviza o Anakin
Fato preferido
O de Mark Hamill (Luke Skywalker), com vestes muito leves e macias em que se pode sentar, tinha muita inveja dele.
Música
Sinfonias clássicas
Viagem
Egipto, o Nilo
Estrela de cinema
Johnny Depp
Filme que gostava de ter feito
Eduardo Mãos de Tesoura
Pessoa que mais o ajudou na sua carreira
Um professor
Star Wars in Concert
O quê Espectáculo multimédia, com a música das seis bandas sonoras de John Williams para os seis filmes Guerra das Estrelas. Narração de Anthony Daniels e participação da Royal Philharmonic Concert Orchestra e um coro, com direito a ecrã gigante e uma exposição.
Quando 22 e 23 Março
Onde Pavilhão Atlântico, Lisboa
Preço 35 a 68 euros
Subscrever:
Mensagens (Atom)




