behind the wheel

Testes para imprensa e crónicas sobre o mundo automóvel em:

www.behindwheel.tumblr.com/ 


o mágico portuense a 'dar cartas' nos país do Tio Sam

Reportagem para a revista Sábado sobre o mágico português 'a dar cartas' no Estados Unidos, Hélder Guimarães. Publicado na edição de 12 de dezembro de 2013. 

(versão completa aqui)










vespas & ópera :: volante


Conhecemos as novas Vespas Sprint e Primavera, começando no Teatro Nacional de São Carlos com direito a ópera em pleno palco (tenor Bruno Almeida) para contar a história da Vespa. Com participação da italiana Dalila Leone e do Salvador Martinha.
Volante, da SIC Notícias. Outubro de 2014.

sado 550




O microcarro português Sado 550 numa peça do Volante, programa da SIC Notícias. Setembro 2013.

Entrevistas saga Twilight

Entrevista para o jornal Destak e programa da SIC Notícias 35mm.




Entrevista feita em Los Angeles ao actor Robert Pattinson, a propósito do 2.º filme da saga Twilight.

Programa: 35 mm. Emitido em Setembro 2009, SIC Notícias. 



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Entrevista Twilight
Rob Pattinson: «Pus bastante de James Dean na personagem do Edward»
Tímido, modesto, sorridente e ainda sem perceber como se tornou tão famoso com a saga de romance adolescente e de vampiros Crepúsculo; foi este o jovem que encontrámos.


volante :: opc performance center



João Tomé no Centro de Testes da Opel, em Dudenhofen, Alemanha, onde foi conhecer os cantos à casa ao fazer o OPC Performance Training, um curso de condução desportiva. Raquel Strada aparece num dos exercícios.
Volante TV, da SIC Notícias, SIC, SIC Radical e SIC Internacional.
Junho 2012.

imagens de marca :: gilles



Reportagem sobre a empresa portuguesa Gilles Fine Jewellery, que comemora 20 anos em 2012.
Para o Imagens de Marca, da SIC Notícias.
Julho 2012.

volante :: 3008 bretanha





Apresentação internacional do novo Peugeot 3008 Hybrid 4, o primeiro híbrido Diesel do mundo, na Bretanha, França e com a ajuda do Astérix. Programa Volante TV da SIC Notícias.
Novembro 2011.

volante :: scooter




Programa da SIC Notícias Volante TV. Peça com scooter Honda PCX e a Cinemateca à mistura. Fevereiro 2012.

tvt :: meriva em cannes



TV Turbo, programa da SIC Notícias. Emitido em Setembro de 2010. 
Apresentação dos novos motores Diesel do Opel Meriva, na Côte D'Azur, mais precisamente em Cannes. O início é feito no mítico Carlton Hotel, em Cannes, que foi palco do filme de Alfred Hitchcock, Ladrão de Casaca (To Catch a Thief) e do videoclip de Elton John, I'm Still Standing.

Jornalista: João Tomé
Repórter de Imagem: Marco Fernandes
Editor: Tito Olias

volante :: silvina no kartódromo



Peça do programa Volante, da SIC Notícias e Radical, com o Opel Corsa OPC edição Nurburgring na pista do Kartódromo de Palmela. Com João Tomé a levar a empregada de limpeza angolana, Silvina, para uma volta inesquecível.
Fevereiro, 2012.

volante :: civic à moda japonesa




Volante da SIC Notícias - Honda Civic com japonês presidente da Honda Portugal. Apresentação internacional em Málaga.
Novembro, 2011.

entrevista Ziad Doueiri

Entrevista a Ziad Doueiri. Entre o médio oriente e Tarantino.

(abril de 2014. versão completa da que saiu no jornal Destak)

“Para os árabes não se pode dar voz aos judeus”

‘Rejeitou’ Quentin Tarantino, que o chamou para Kill Bill, porque queria ser realizador e o seu terceiro filme, O Atentado, chegou em abril a Portugal.

João Tomé

O Atentado é escrito e realizado pelo libanês, durante muitos anos cameraman de Quentin Tarantino, Ziad Doueiri. Falámos com ele sobre a sua carreira e o filme que acompanha um médico israelo-palestianino em conflito pessoal depois de descobrir que a mulher é bombista.

Como é que foi ter aos EUA a trabalhar para talentos como Tarantino?
Nunca planeei. Deixei Beirute com 19 e fui estudar cinema na Califórnia. Depois comecei à procura de trabalho na cidade e comecei a ganhar experiência como técnico, na câmara, na grua, nas luzes. Nunca tive intenção de realizar. O meu primeiro filme era do Roger Corman [conhecido produtor] e chamava-se Munchie (1992) – uma versão barata, série B, dos Gremlins. Ganhei muita experiência e aprendi muito nessa altura mesmo a trabalhar em filmes chamados ‘trashy’. O panorama independente em LA nos anos 80 foi muito interessante.

E como é que começou a trabalhar com o Tarantino?   
Tive uma entrevista com o director de fotografia, já tinha algum experiência em filmes B e consegui o trabalho. Desde aí continuámos sempre a trabalhar juntos. Depois de fazermos o Cães Danados (1992), o Tarantino continuou a utilizar a mesma equipa e fizemos o Pulp Fiction e outros. Se eu continuasse a fazer trabalho de câmara ainda estaria a trabalhar com ele. Ele pediu-me para participar no Kill Bill mas eu decidi que não queria continuar a trabalhar como câmara. Estava numa altura da minha vida em que queria fazer outras coisas. Mas ele manteve a lealdade com a equipa técnica é praticamente toda a mesma. A maioria dos realizadores usa a mesma equipa, o Scorsese faz o mesmo. Quando encontram a equipa certa mantém-na.

Quando estava a fazer esses filmes, Reservoir Dogs, Pulp Fiction, o Tarantino não era tão conhecido como é hoje. Tinham noção que estavam a criar algo tão importante que se iria tornar um clássico?
Simplesmente não sabíamos. Nunca sabemos. Quando fizemos o Reservoir Dogs, olhei para o guião e não sabia se era bom ou mau. Nunca sabemos se é magnífico ou uma merda, só depois, porque era tão estranho e tão diferente. O Reservoir Dogs foi uma das minhas experiência preferidas num filme.

Porquê?
Há dois anos vi algumas fotografias dessa altura, tiradas na rodagem e trouxe-me de volta aqueles tempos. Foi uma boa experiência. Compreendo que as pessoas queiram fazer um grande alarido do Tarantino porque ele é um realizador tão fantástico e é tão popular e de culto, por isso as pessoas pensam que a experiência de trabalhar com ele foi tão incrível e única quanto ele é como realizador. Foi, mas não mais do que noutros filmes, porque a rodagem é um ambiente técnico. O que é único em trabalhar com ele é que ele é muito entusiasta sobre o que faz. Ele simplesmente adora o seu trabalho, ele está-se a borrifar para política, para o amor, tem tudo a ver com a história em si. Ele é como uma criança numa rodagem e isso afecta-nos porque ele tem uma mente incrível, a forma como trabalha e tem uma memória de elefante, na forma como se lembra de tantos filmes. Todas as semanas ele faz um visionamento na sua casa de um filme projectado em 35 mm, porque ele tem uma coleção enorme de filmes. Ele é tão dedicado à profissão de fazer filmes, que o seu foco principal é sempre como transformar algo em filme. Tem uma mente tão eléctrica e cria personagens muito interessantes.

Depois decidiu realizar...
Sim, mas não foi pensado foi progressivo ao longo dos anos. Percebi que aprendi a arte o suficiente e a comandar o cenário – fazer filmes é uma arte artesenal – e queria contar as minhas histórias. Comecei a sentir-me nostálgico – estive 15 anos sem voltar a Beirute – e escrevi em LA o West Beyrouth [filme político que lhe valeu vários prémios] e o Entre as Pernas de Lila.

Ainda estava em Los Angeles na altura em que escreveu o guião para o filme West Beirute (1998), que lhe valeu prémios em Cannes e Toronto?
Sim, sem dúvida. Escrevi lá esse, o Entre as Pernas de Lila (que estreou em 2004) e o guião do Man in the Middle, para o qual estou a tentar financiamento, todos escritos em LA. LA é um local muito criativo, bizarro mas criativo.

Mas voltou nesse período para Beirute, não foi?
Voltei para Beirute depois do 11 de Setembro (de 2001), porque conheci uma rapariga... conheci alguém e senti que como realizador não precisava de estar em Los Angeles, por isso deixei LA e mudei-me primeiro para o México, por uma mulher. Fui para Bordéus por uma mulher (risos). Parece-me que saio sempre de países porque conheço alguém. Mas primeiro voltei a Beirute porque conheci em LA uma rapariga que era de Beirute, apaixonei-me por ela e fiquei lá com ela. Agora resido em Paris, devido a um problema que prefiro não falar.

Em O Atentado volta ao contexto político israelo-palestiniano. Como chegou a esta história?
Embora seja uma história mais geral do que isso. Fui convidado em 2006 para realizar e adaptar o livro com o mesmo nome pela Focus Features e aceitei com condições. Eles queriam que fosse falado em inglês e prometiam, assim, o Tom Hanks. Com ele a bordo ia ganhar mais mas preferi que fosse em árabe e hebraico. Em inglês não fazia sentido. Pelo meio começou a guerra do Hezbollah quando estava a viver em Beirute e o projeto acabou por ficar na gaveta e voltámos a ele em 2011.



O protagonista, Ali Suliman, tal como a personagem, é israelo-palestiniano. Foi importante ter alguém com as duas culturas?
Ele percebe a confusão os iraelo-árabes sentem. É árabe mas é israelita e percebe que está numa situação difícil a nível pessoal. Cresceu em Israel, aprendeu hebraico, misturou-se com os israelitas judeus mas ainda tem a sua identidade árabe, tal como o protagonista. Quando leu o guião disse-me que sentia o mesmo que a personagem.

O filme teve críticas ferozes da parte árabe. Como foi a recepção?
Não fazia ideia como seriam as reações de judeus e árabes. Estava curioso mas não estava preocupado com isso. Assim que o filme estreou na América teve um grande sucesso junto da comunidade judaica, embora não seja nem a favor nem contra nenhuma das partes, tem muitas nuances. A comunidade árabe não reagiu tão bem, porque a mentalidade judaica permite questionar as suas próprias crenças, enquanto para os árabes não podemos dar voz aos judeus sobre nenhum pretexto. Não podemos, são maus da fita. Para o público judeu o facto de ter mostrado os dois lados foi bom, para os árabes foi mau, porque como é que podemos mostrar o ponto de vista judeu, eles não têm um ponto de vista, não merecem um ponto de vista. E agora é moda boicotar-se Israel e o facto de ter filmado em Tel Avic com técnicos israelitas e atores judeus foi mal visto e houve uma campanha contra o filme. Mas o que se pode fazer?

E quais os próximos projetos?
Estou a trabalhar com a Arte, a televisão francesa e alemã e a terminar um guião menos político e menos trágico que também se passa no Médio Oriente e chama-se Affaires étran-gères, que terá Gérard Depardieu. É baseado num acidente que tive. Vamos gravar em setembro.

tech blog



apresentação do note 4

Artigo para o Destak; Destak.pt. Outubro de 2014.



Apresentação
Novo Note 4, phablet tamanho XL aliado à elegância
Chegou o novo Samsung Note 4, um phablet com mais metal e elegância. Estivemos na apresentação nacional onde também conhecemos os peculiares óculos de realidade virtual Gear VR.

João Tomé

Estivemos na apresentação da Samsung Portugal da última versão do phablet – entre tablet e smartphone – Galaxy Note 4. À primeira vista e toque, a elegância e facilidade de manusear são as maiores surpresas. A Samsung abandonou as extremidades de plástico e aposta no metal para trazer elegância e melhor design. E a verdade é que resulta. O Note 4 parece de outra estirpe no que ao design diz respeito.

O ecrã continua de alta resolução e as 5.7 polegadas ajudam à vista, especialmente para vídeos, ou para explorar as potencialidades da caneta digital integrada S-Pen. Agora permite, por exemplo, ‘Copiar’ e ‘Colar’ todo o tipo de conteúdos, como se de um rato de um PC se tratasse.

A S-Pen está também mais sensível e prática e uma das peculiaridades neste sistema que é uma das razões do sucesso inesperado do gigante Note é que volta a tornar as pessoas destras ou canhotas (com a escrita digital normal usa-se mais as duas mãos).

Gostámos ainda da maior facilidade em utilizar o chamado 'multi-window', não só por permitir colocar duas janelas uma ao lado da outra e utilizá-las em simultâneo, mas também por deixar o utilizador minimizar aplicações como a Calculadora.

O carregamento também está mais rápido, permitindo uma opção mais rápida de 90 minutos (a normal é de 145). O preço continua acima do rival LG G3 (abaixo dos €500) e ao nível do iPhone 6 Plus: €799.

À venda desde dia 24, a Samsung volta a oferecer conteúdos editoriais por um período limitado (da Bloomberg à CNN) e inclui ainda 50GB na Dropbox durante um ano.

Uma das novidades com o Note 4 é a parceria com a marca de luxo Montblanc. Agora existem capas (que se integram com o Note 4 através de um chip e fornecem de imediato wallpapers e tipos de escrita especiais) e canetas digitais de luxo com preço a condizer - acima dos 200 euros.

Realidade virtual Gear VR

Uma das novidades apresentadas à imprensa pela Samsung Portugal foi o equipamento de realidade virtual Gear VR - numa parceria com a empresa adquirida em março pelo Facebook, Oculus VR. Esta espécie de óculos de realidade virtual funciona através do próprio Note 4, que é acopolado na parte da frente dos óculos e fornece os conteúdos.

Disponível para testarmos estavam imagens 3D com visualização de 360 graus de edifícios abandonados. O equipamento com potencialidades incríveis para ver filmes e especialmente jogar jogos ainda está a dar os primeiros passos mas a sensação de estarmos noutro local é incrível e notável. Resumindo, o sistema funciona mas está apenas no início e há muito ainda por explorar.

O ecrã para cada olho ainda não tem a definição desejada (cansa a vista) e faltam aplicações e jogos que permitam um uso mais frequente, fácil e barato. Falta também definir onde e de que forma se pode jogar já que apetece passear pela área virtual que vemos nos óculos mas andar no local real onde estamos pode trazer dissabores e... quedas.

O Gear VR chega em dezembro às lojas para demonstrações e em janeiro é colocado à venda - para já ainda não tem preço definido.

teste aos novos iphone

Teste para o Destak e Destak.pt. Outubro de 2014.


Teste
O tamanho afinal importa: testámos o iPhone 6 e o 'gigante' 6 Plus
Estivemos com o iPhone 6 e o polémico iPhone 6 Plus e falamos do tamanho, da resistência (dobra?) e da experiência. Descubra mais sobre um dos mais polémicos e falados aparelhos da Apple.

João Tomé

É dos temas mais em voga, o iPhone 6 dobra ou não dobra? O aumento de tamanho (a Apple cedeu ao que a concorrência já faz há algum tempo) é melhor ou não?

As preferências entre sistema iOS e Android são pessoais, ambos têm diferenças e vantagens e há motivos para gostar de cada um. Testámos durante uns dias as novas coqueluches iPhone 6 e o gigante (rival do Samsung Note) 6 Plus para tentar perceber a evolução do novo 'bebé' da Apple.

O ecrã maior faz, de facto, diferença e passado umas horas, olhar para o ecrã de 4 polegadas do iPhone 5S após experimentar os ecrãs de 4,7" e 5,5” do 6 e 6 Plus faz confusão, por parecer tão pequeno. É uma questão de hábito já que o ecrã do 5S continuará a ser perfeito para alguns – cabe mais à vontade na mão e no bolso.

O ecrã maior ajuda a melhorar a experiência da leitura e visualização de vídeos e imagens - também cansa menos a vista. A Apple fez os seus novos e maiores modelos muito elegantes (um dos seus pontos fortes) e arredondados, recorrendo novamente ao alumínio.

Ambos são semelhantes no aspeto (parecem irmãos) e o design não frustra os muitos fãs da marca. O iPhone 6 é mais fácil de pegar só com uma mão, mas a elegância arredondada (sem capa) torna-o um pouco mais fácil de escorregar da mão - foi a nossa impressão. A parte boa é que é bem mais resistente a quedas do que o 5S.

O iPhone 6 Plus, o tal referenciado no chamado 'Bendgate', nunca nos pareceu fácil de dobrar (sem utilizar força excessiva, já que essa estraga a maioria dos telefones),ao contrário do que tem aparecido na internet, e é melhor para utilizar com as duas mãos e de lado, como se de uma Playstation Portable se tratasse.

A Apple incluiu alterações úteis, permitindo utilizar o "ecrã" inicial de lado no caso do 6 Plus e, ao tocar duas vezes no botão central, o conteúdo desce para ajudar a alcançar só com uma mão (neste caso em ambos os aparelhos).

Ser elegante e fino torna o tamanho (que só agradará a alguns) menos incomodativo, mesmo para ter no bolso (no da frente, porque o de trás não é o melhor lugar para este gigante).

Sobre o mais recente caso em torno do iPhone 6, o Hairgate, onde clientes se queixam que ficaram com o cabelo preso na zona entre o ecrã e o alumínio, deverá ser situações em que o aparelho tem defeito, porque aqueles que testámos, fosse em barba ou no cabelo, nunca prenderam (mesmo depois de esforço nesse sentido). Aliás, não há espaço vísivel a olho nú entre o ecrã e o alumínio já que na zona final do vidro o ecrã arredonda um pouco e está bem junto ao "amigo" de metal.

O processamento é muito rápido em ambos mas só no 6 Plus é que a bateria melhorou a autonomia, o que é de lamentar. As câmaras são do melhor que já vimos num smartphone, mesmo em situações de pouca luz – isto apesar da resolução continuar em 8 megapixels, a nova lente (que no fim do dia é o que importa) é notável.

O 6 Plus tem ainda um notável estabilizador ótico de imagem que ajuda a tirar melhores fotos em movimento e, na verdade, é uma boa ajuda para as fotos mais apressadas.

O 6 é mais convencional e custa desde €699. Já o 6 Plus, como concorrente do Samsung Galaxy Note (a 4ª geração chega já no final do mês a Portugal) é só para quem não se importa de um aparelho tão grande e já custa desde €799. Ambos os valores são habituais para topos de gama e podem baixar através de contrato com as operadoras.

Opções não faltam num mundo cada vez mais assolado de smartphones, onde a luta Android e iOS (Apple) depende acima de tudo dos gostos pessoais de cada um. Certo é que ambos os novos iPhone são uma boa evolução não só em tamanho mas em experiência global (onde o iOS 8, que mudou pouco no visual e bastante nas opções, também tem importância).

Os principais rivais com fortes argumentos são aparelhos como o Samsung Galaxy S5, o HTC One M8 e, no caso do 6 Plus, o Samsung Note 4.

iPhone 6
POSITIVO
- Câmara notável graças à lente; Wi-Fi e 3G mais eficazes; processamento rápido; elegância e design.
NEGATIVO - Bateria mantém a mesma autonomia do 5S; ser arredondado torna-o fugidio.

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iPhone 6 Plus
POSITIVO
- Ecrã 5,5” bom para vídeos; câmara com estabilizador ótico; soluções para ecrã grande; autonomia da bateria.
NEGATIVO - Tamanho não é ideal para uma mão ou bolso; não tem os widgets nem a caneta do rival Note.

teste ao surface

Para o Destak; Destak.pt. Setembro de 2014.
 


Teste
O novo Microsoft Surface Pro 3, o tablet PC, revela-se

Estivemos com o novo Surface Pro 3, que fica entre o tablet e o ultrabook e torna-se numa alternativa válida para quer a mobilidade de um tátil e caraterísticas de portátil.

João Tomé

Hoje em dia, para além de simples computadores pessoais (PC, de secretária ou portáteis), há os tablets (mais pensados para entretenimento), os ultrabooks e os híbridos.

O Microsoft Surface Pro 3 é uma espécie híbrido: tablet com capacidades de PC. Na verdade, nesta mistura é provavelmente o melhor híbrido que já testámos – e um dos mais caros.

O novo Surface melhorou e é bem mais do que um mero tablet mas menos do que um portátil normal. A Microsoft melhorou a sua estreia em hardware tornando-o mais leve e fino (continua pesado) mantendo o ecrã de 12” e excelente resolução.

O novo suporte traseiro (ao estilo moldura de mesa) torna mais prático e fácil de colocar numa mesa e o seu teclado de teclas reais (há uma versão tátil) é fácil de usar e o melhor dentro do género (custa mais 107 euros).

A caneta digital agora incluída é útil para algumas tarefas, incluindo desenhar. O processador Core i5, com 4GB de RAMe os 128GB disponíveis (a versão Core i3 de 64GB custa 800 euros) tornam-no num bom substituto dos ultrabooks – com processamento muito rápido e Windows 8.1 –, embora não seja perfeito para ter ao colo.

O lado tátil, como mero tablet, melhorou bastante e permite instalar vários programas (incluindo Photoshop), como um PC normal.

O Surface está cada vez melhor, embora o preço continue ‘pesado’: nesta versão de 128 GB custa €999 (sem o teclado) o que faz dele um concorrente de ultrabooks como o MacBook Air (e respetivos rivais).

A dúvida persiste entre o 'corpo' mais elegante de um ultrabook e o lado prático e tátil de um tablet com caraterísticas de PC como o Surface. Só o gosto pessoal de cada um permitirá chegar a uma conclusão.

xbox one

Publicado no Destak. Setembro de 2014.


XBOX ONE
Xbox One reina sala
Testámos a nova consola Xbox One e comparamos com a rival da Sony, a Playstation 4.

João Tomé

A grande rival da Playstation 4 (PS4) chegou em setembro a Portugal com argumentos forte e uma melhoria nos gráficos dos jogos de assinalar. A Xbox One, da Microsoft, é mais um capítulo na renhida luta de consolas entre a japonesa Sony (com a sua PS4 há vários meses à venda em Portugal) e a norte-americana Microsoft.

Um pouco maior do que a PS4, e sem a vantagem de colocar no modo ‘torre’, a Xbox One parece mais silenciosa quando está ligada e tem argumentos para ser um aparelho ‘rei’ do entretenimento da sala.  A consola da Microsoft para além de ser para jogar (sozinho ou em rede) tenta juntar a TV por cabo (algo que não foi fácil de conseguir neste teste), o streaming de vídeo e até a facilidade com que se ouve música (o que, depois de 30 dias experimentais, tem custos para o utilizador), tudo no mesmo aparelho. Faltou-nos neste teste a câmara Kinect, de segunda geração, que não nos foi fornecida.

Testámos a Xbox One com um dos jogos mais populares, a versão mais recente de Assassin’s Creed, da Ubisoft. Nele somos um pirata nas Caraíbas pronto para matar de forma a conseguir um barco e tripulação.

Os gráficos incríveis mostram a evolução que se tem assistido no mundo das consolas, num jogo repleto de escolhas, níveis e locais escondidos e com preço acima dos 60 euros. Os extras online como o Xbox Live Gold têm um custo mensal a rondar os seis euros mas são importantes para jogar em rede (acção multijogador), fornecendo ainda um jogo gratuito por mês (nenhum dos mais desejados) e descontos.

Bem mais rápida, intuitiva e superior a nível gráficos à anterior, a Xbox 360, a Xbox One inclui leitor de Blu-Ray e é conhecida por ter mais jogos do que PS4. A rival da Sony ganha nas dimensões da consola e na facilidade de colocação na sala mas perde no ruído da ventoinha e nas potencialidades multimédia.

Com o novo jogo FIFA 15, a Xbox One custa €399, um valor semelhante à PS4.

lg g3

Publicado no jornal Destak. Julho de 2014.


Teste
LG G3 entra na luta dos tubarões ‘smart’
Testámos o novo topo de gama da LG na categoria de smartphones, embora o gigante G3, que é rival dos melhores, entre também na categoria de phablets (entre tablet e smartphone).

João Tomé

A luta no mundo dos smartphones e phablets continua ao rubro. Antes de a Apple apresentar o mais recente iPhone, há já várias opções com algumas caraterísticas superiores ao iPhone 5S. O LG G3 é um desses topo de gama, repleto de aliciantes e agora um rival de respeito para a compatriota coreana Samsung e o seu Galaxy S5 ou Note 3 ou a japonesa Sony Z2.

Com 5,5 polegadas (um pouco mais pequeno do phablet Samsung Galaxy Note 3, com 5,7" e maior do que o S5 - tem 5,1"), tamanho não falta num ecrã com resolução HD e um novo chassis de alumínio agradável e leve o suficiente para ser fácil de manusear.

Gostámos ainda da adaptação ao sistema operativo Android 4.4 feita pela LG, que torna o G3 mais “limpo” e simples, e do facto de ter bateria removível e espaço para cartão microSD.

O processamento quad-core 2.5GHz com 2GB RAM é excelente e a câmara de 13 megapíxeis foi uma boa surpresa, com um foco automático a laser que ajuda a tirar fotografias excelentes sem grande esforço ou cuidado de maior. No lado negativo o ecrã acaba por gastar demasiada bateria e o G3 podia ter mais autonomia. Ainda assim 'atira' a LG para a lista dos melhores smartphones no mercado e permite à marca coreana rivalizar com Samsung e Apple. Custa 629 euros.

auscultadores sony

Para o jornal Destak. Maio de 2014.

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SOM
Chegou o Rolls Royce dos auscultadores

Sony lança os novos MDR-HW700DS com som digital surround wireless 9.1 e sem incomodar os vizinhos.

João Tomé

Os filmes já se podem ver em Blue-Ray, as televisões têm cada vez mais definição, os telemóveis estão cada vez mais brilhantes e inteligentes. E o som? O som também tem sofrido evolução. A Sony aposta agora num suprasumo da qualidade de som digital, o som surround virtual de 9.1 canais (que normalmente só é alcançado com muito espaço e várias colunas) nos seus novos auscultadores MDR-HW700DS.

Preparado para ser ligado por HDMI a televisões e consolas, o objetivo é colocar-nos dentro da ação com uma definição de som notável ao estilo sala de cinema, seja ela videojogos, a nossa série de televisão preferida ou filmes.

O sistema (com alcance sem fios de 30 metros e 12 horas de autonomia para os auscultadores) vem com uma caixa que se liga à televisão e que transmite o som preciso e puro, sem fios, para os auscultadores (podemos variar de modos, entre Cinema e Jogos).

Ouvir séries como Game of Thrones ou filmes de ação como Homem de Ferro é uma experiência bem diferente para melhor com esta qualidade sonora nos ouvidos. É uma qualidade a que facilmente nos habituamos e só reparamos no quão notável é quando passamos a para o sistema normal, com o som das colunas do televisor.

Do lado negativo só achamos que a caixa necessária para ligar o sistema à televisão é mais um acessório que temos de juntar aos já habituais (a box de televisão por cabo e/ou leitor de Bluray), o que não é positivo. O pior deste Rolls Royce do som é, tal como nos carros, o preço: €450. Ainda para mais tantos euros só inclui um par de auscultadores.

huawei p7

Publicado no jornal Destak. Maio de 2014.


Apresentação
P7 traz brilho à Huawei
Novo Huawei Ascend P7 tenta colocar a marca chinesa na corrida pelos melhores smartphones. Estivemos em Paris para conhecer o topo de gama P7. 

João Tomé

Foi com pompa, circunstância e efeitos especiais (que incluíram nevoeiro e telemóveis a 'nascer' do chão) que a marca chinesa Huawei apresentou, em Paris, o seu novo smartphone topo de gama, o Ascend P7.

O Destak fez parte do grupo que assistiu à apresentação europeia e já estivemos com a coqueluche da Huawei. O aparelho em que a marca chinesa deposita grandes esperanças inspira-se em grande parte no iPhone 5, apostando num aspeto sólido e moderno com uso de alumínio na parte lateral (o aspeto é bem semelhante ao smartphone da Apple).

O que o distingue, para além do ecrã 5,0 polegadas Full HD (a Huawei diz que tem a melhor resolução do mercado) é o facto de ser um dos smartphones mais finos de sempre: 6,5 mm de espessura é, de facto, incrível.

Mas para além do design e leveza (maior e mais leve do que o iPhone 5S) este telefone com conectividade 4G LTE tem uma câmara frontal de 8 MP, capaz de produzir o que a Huawei chama de Groufies: selfies panorâmicas (de grupo). O sistema funciona com a aglutinação de três fotos na mesma foto (tal como funciona a "panorâmica" no Samsung Galaxy S5).

A câmara principal tem 13 MP e usa um sensor de 4ª geração da Sony, ótimo para situações de pouca luz. De facto a qualidade das fotografias é excelente. A Huawei mostrou comparativos com o iPhone 5S e o Samsung Galaxy S5 onde o P7 parece superior.

O sistema Android 4.4.2 (adaptado para ficar mais simples e ficar mais semelhante ao iOS da Apple) funciona na perfeição com o processador quad core a 1,8 GHz, 2 GB de RAM. Inclui um útil slot do cartão microSD que pode levar um segundo micro SIM mas não permite remover a bateria.

O preço de €449 (chega ao mercado em junho) é bem competitivo face às caraterísticas e mais acessível do que rivais como o Samsung Galaxy S5 (acima dos 500 euros). A Huawei está no bom caminho.

canon

Publicado no jornal Destak. Junho de 2014.



Teste
Canon evolui com SX700 HS e 1200D
Uma é câmara digital compacta com zoom de 30x, a outra é uma reflex clássica e menos acessível ao utilizador comum. Opções distintas com potencialidades semelhantes.

João Tomé

O mundo das câmara digitais continua a evoluir à medida que cada vez mais pessoas aderem à fotografia e buscam mais qualidade e zoom do que as câmaras dos smartphones. A Canon lançou agora duas opções para quem quer qualidade superior às câmaras de smartphones mas está a entrar agora no mundo da fotografia.

A opção mais versátil, prática e perfeita para viagens é a compacta Powershot SX700 HS. Pequena, leve mas com um zoom poderoso de 30x, permite enviar fotos via Wi-Fi para o telemóvel, tem várias opções divertidas, um ecrã de alta resolução e uma qualidade fotográfica acima da média neste tipo de câmaras. À noite ou quando está mais escuro não é tão eficaz quanto outras compactas mais caras como a Sony Cyber-shot DSC-HX60V.

A bateria tem uma autonomia razoável – mas para os fotógrafos de ‘gatilho fácil’ em viagem pode dar jeito uma suplente – e as fotos com pouca luz podiam ser mais definidas. Custa €379, um pouco mais cara do que a rival Panasonic DMC-TZ60.

Para quem se quer aventurar no mundo das SRL a clássica EOS 1200D é uma boa forma de começar com preços abaixo dos 500 euros (fica nos 459 euros). Tem um sensor de 18 MP e as melhorias face à compactar SX700 HS são claras em situações de pouca luz, graças ao ISO até aos 12800. O vídeo em 1080p e o foco automático ajudam os principiantes. O design prático também ajuda numa câmara corpulenta e nem por isso prática que permite mudar de lentes (traz incluída a 18-55mm).

teste :: gadget



(Junho de 2014, Destak e Destak.pt). Maio de 2014.


Teste

Impressora 3D portuguesa pronta para criar objetos no lar  

Testámos a primeira impressora 3D portuguesa - a peculiar, elegante e útil Bee The First -, e contamos a experiência.

João Tomé

Já apelidada de «sexy» e com o aspecto perfeito para escritório ou casa por sites da especialidade, a Bee The First é a primeira impressora 3D portuguesa, da empresa de Ílhavo Bee Very Creative, pensada para o mercado doméstico.

E o que é uma impressora 3D? É uma ideia antiga mas só agora com a tecnologia e dimensão para chegar a todo lado. Permite, camada a camada, transformar um modelo desenhado no computador num objeto real. Já existem impressoras de vários tamanhos e com propósitos diferentes.

O que permite?
A Bee The First permite fazer objetos de dimensão pequena onde se inclui, por exemplo, suporte de telemóveis, galos de Barcelos, bigodes, brinquedos ou peças para a câmara Gopro.
Na verdade não há limites para o que podemos criar (tirando o tamanho dos objetos ou eventual complexidade de alguns).

O programa que acompanha a impressora tem modelos simples para experimentar. Depois podemos instalar programas específicos para desenharmos os nossos próprios objetos mas é bem mais fácil pesquisar na Internet modelos já feitos para a Bee The First concretizar.
É possível que nem todos sejam viáveis, dependendo da complexidade mas é um mundo de possibilidades que se abre graças às vários bibliotecas na web de modelos já existentes.

Como funciona?
Pesa 10 kg, tem a dimensão da caixa de um PC de secretária normal com a diferença de ser oco no meio, ser envolvido num acrílico branco e, já montada, ter uma prateleira ao centro onde a “magia” acontece através de uma agulha que vai deixando cair o plástico derretido.

Temos uma pinça para tirar restos de plástico e uma espátula para ajudar a tirar o objeto “impresso”. Vem com o rolo de filamento de policarbonato (plástico resistente) – recarregar custa menos de €20 – que fornece o material que a impressora derrete e depois a agulha e o movimento certo transformam no objeto.
Liga-se à eletricidade e por USB ao computador – a impressão é feita através do programa Beesoft. Existem depois modos de impressão, entre a alta resolução e a baixa resolução (o que permite regular o nível de pormenor) e a alta densidade e baixa densidade.

Um objeto pequeno demora menos de meia hora a estar pronto. Outra missão importante para que tudo corra bem é calibrar a impressora. Se não estiver bem calibrada é provável que os objetos fiquem um amontoado de fios amarelos finos sem nexo. Por isso é preciso estar atento na hora de imprimir a três dimensões.

Preço €1990.
Site da empresa portuguesa Bee Very Creative

entrevista a joão sousa



(entrevista de Outubro de 2013)


«O Rafa [Nadal] é muito social e adora falar e contar histórias»
Tenista português mais bem sucedido no ranking ATP, chegou a um inédito 37.º posto, com que vai terminar a época desportiva. João Sousa explica porque foi para Barcelona e a forma como os pais ajudaram na carreira e nos sonhos.

João Tomé

Com o triunfo em Kuala Lumpur vieram muitos elogios e solicitações. Quais foram os parabéns que mais o surpreenderam? Até Cristiano Ronaldo lhe deu os parabéns.
Os que mais me surpreenderam foram os do senhor Presidente da Câmara! É um motivo de orgulho ser reconhecido pelo trabalho por tantas celebridades e figuras nacionais.

Foi o primeiro português a entrar no top 50. É possível superar esse marco e chegar a um top 10?
Obviamente que é possível superar este marco, não só por mim mas também por outros jogadores. Top 10 são palavras maiores! Sou consciente do nível que tenho neste momento e falta muito trabalho pela frente para ser melhor jogador e conseguir os novos objectivos.
Com os resultados recentes do Rui Machado, Frederico Gil, Gastão Elias e o jovem Frederico Silva, acha que há toda uma nova geração de tenistas portugueses que podem tornar o top 50 normal para portugueses?
Estou convencido de que temos muito talento. Acredito que todos os jogadores que mencionou têm capacidades para estar no top 100 e conseguir marcas espectaculares.
Quais são as suas maiores referências no ténis. Tenta “tirar” um pouco dos tenistas que mais aprecia e aplicar no seu jogo?
Penso que todos os jogadores analisam a fundo os seus ídolos e tentam tirar tudo de bom que eles têm. No meu caso gosto muito do Roger Federer pela facilidade com que executa todas as pancadas e o Rafael Nadal pela frieza com que afronta os problemas e a garra que tem.
 
Porque é que optou por aos 15 anos Barcelona para evoluir na modalidade? Como é que é o seu dia-a-a dia em Barcelona?
Foi uma opção que tomei conjuntamente com os meus pais. Achamos que em Portugal infelizmente não se reuniam as condições para que pudesse ser um jogador profissional de ténis e optei por emigrar para Barcelona para seguir o meu sonho de ser tenista profissional. Hoje em dia colho os frutos de tanto esforço e dedicação. Um dia normal, treino duas vezes ao dia num total de cinco horas diárias, como e janto às horas programadas e normalmente deito-me cedo, por volta das 22h30.

Quais foram os tenistas que mais “gozo” lhe deram enfrentar e porquê?
Djokovic por ser o número 1 do mundo e por ter tido a oportunidade de jogar no maior estádio do mundo e David Ferrer por, na minha opinião ser o número 1 dos humanos, lhe ter ganho e ter jogado um dos melhores encontros da minha vida.

Quanto custa preparar uma época de ténis? Nota maior dificuldade nos patrocínios?
Infelizmente nunca tive nenhum patrocínio e felizmente sempre dispus economicamente dos meus pais para fazer frente aos gastos necessários para ser um jogador profissional. Preparar uma época hoje em dia necessito mais ou menos uns 100 mil euros.
Já treinou com grandes tenistas. Como é que eles são nos treinos, competitivos, concentrados e calados ou sociais e curiosos?
Depende dos jogadores! No caso do Rafa é muito social e nas pausas entre exercícios adora falar e contar historias! No caso do Berdich, por exemplo, gosta de estar concentrado e quase não para para descansar! Normalmente todos os jogadores são sociais, profissionais e bons companheiros!!

O ténis é um jogo muito solitário em competição. A pressão de um jogo pode ser avassaladora, não? Usa estratégias para lidar com a pressão durante e após o jogo?
O ténis é um desporto muito mental  pelo qual os tenistas usamos estratégias de concentração para não sair mentalmente do encontro e mantermo-nos concentrados durante todo o encontro. As rotinas e tiques são os mais habituais nos tenistas. Há jogadores que conseguem lidar melhor com a pressão do que outros e muitas vezes é aí que se vê a diferença.

Jogar no Arthur Ashe Stadium no US Open contra o Djokovic foi o estádio e o jogo mais emocionante até agora? Qual é o seu torneio preferido? E qual é que sonha ganhar?
Obviamente é um encontro que ficará gravado na minha memória para sempre! Penso que defrontar o número 1 e encima no maior estádio do mundo completamente cheio é o sonho de qualquer tenista, independentemente do resultado! O meu torneio favorito é Roland Garros e um sonho? Mesmo sendo consciente de que nunca o conseguirei, diria ganhar Roland Garros!

Quais as diferenças que encontra em Federer, Nadal e Djokovic?
Todos esses jogadores são muito parecidos. São excelentes desportistas com uma facilidade imensa para jogar ténis. Fisicamente são muito fortes e mentalmente também são muito bons. Entre eles as diferenças são mínimas  e perdem e ganham por pequenos detalhes.
Já conseguiu muito na sua carreira, que sonhos falta concretizar?
Há muito a trabalhar e consoante vamos conseguindo os nossos objectivos, novos objectivos aparecem na nossa mente, pelo que há que trabalhar ainda mais para os concretizar.

Quais foram os momentos mais difíceis destes últimos anos? Há derrotas mais difíceis de digerir do que outras?
Todas as derrotas são difíceis de digerir. O importante é saber tirar conclusões  positivas da derrota e aprender com os erros. No último ano melhorei muito este aspecto e análise de jogo.
Se não fosse tenista, o que gostaria de ser?
Gostaria de ter seguido com os estudos e ser médico.

As negociações com o Jorge Mendes já chegaram a bom porto? De que forma um agente te pode ajudar nesta fase da carreira?
O que posso adiantar é que pessoas da confiança do senhor Jorge Mendes já que contactaram e que as coisas estão bem encaminhadas. Seria óptimo poder ter uma parceria com a Gestifute já que é uma das melhores empresas de gestão do mundo.

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INQUÉRITO
Tenista preferido: Roger Federer e Rafael Nadal;
Futebolista preferido: Cristiano Ronaldo;
Comida preferida: Salada Caprese;
Cidade Preferida: Guimarães;
Torneio preferido: Roland Garros;
Pancada de ténis preferida: Direita;
Jogo (computador) preferido: Footbal Manager;
Músicas para antes dos jogos: Bob Marley
Filme preferido: Gladiador.

teste vídeo


Teste em vídeo ao Samsung Galaxy SII com mero intuito de experimentação. 2011.