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apresentação do note 4
Artigo para o Destak; Destak.pt. Outubro de 2014.
Apresentação
Novo Note 4, phablet tamanho XL aliado à elegância
Chegou o novo Samsung Note 4, um phablet com mais metal e elegância. Estivemos na apresentação nacional onde também conhecemos os peculiares óculos de realidade virtual Gear VR.
João Tomé
Estivemos na apresentação da Samsung Portugal da última versão do phablet – entre tablet e smartphone – Galaxy Note 4. À primeira vista e toque, a elegância e facilidade de manusear são as maiores surpresas. A Samsung abandonou as extremidades de plástico e aposta no metal para trazer elegância e melhor design. E a verdade é que resulta. O Note 4 parece de outra estirpe no que ao design diz respeito.
O ecrã continua de alta resolução e as 5.7 polegadas ajudam à vista, especialmente para vídeos, ou para explorar as potencialidades da caneta digital integrada S-Pen. Agora permite, por exemplo, ‘Copiar’ e ‘Colar’ todo o tipo de conteúdos, como se de um rato de um PC se tratasse.
A S-Pen está também mais sensível e prática e uma das peculiaridades neste sistema que é uma das razões do sucesso inesperado do gigante Note é que volta a tornar as pessoas destras ou canhotas (com a escrita digital normal usa-se mais as duas mãos).
Gostámos ainda da maior facilidade em utilizar o chamado 'multi-window', não só por permitir colocar duas janelas uma ao lado da outra e utilizá-las em simultâneo, mas também por deixar o utilizador minimizar aplicações como a Calculadora.
O carregamento também está mais rápido, permitindo uma opção mais rápida de 90 minutos (a normal é de 145). O preço continua acima do rival LG G3 (abaixo dos €500) e ao nível do iPhone 6 Plus: €799.
À venda desde dia 24, a Samsung volta a oferecer conteúdos editoriais por um período limitado (da Bloomberg à CNN) e inclui ainda 50GB na Dropbox durante um ano.
Uma das novidades com o Note 4 é a parceria com a marca de luxo Montblanc. Agora existem capas (que se integram com o Note 4 através de um chip e fornecem de imediato wallpapers e tipos de escrita especiais) e canetas digitais de luxo com preço a condizer - acima dos 200 euros.
Realidade virtual Gear VR
Uma das novidades apresentadas à imprensa pela Samsung Portugal foi o equipamento de realidade virtual Gear VR - numa parceria com a empresa adquirida em março pelo Facebook, Oculus VR. Esta espécie de óculos de realidade virtual funciona através do próprio Note 4, que é acopolado na parte da frente dos óculos e fornece os conteúdos.
Disponível para testarmos estavam imagens 3D com visualização de 360 graus de edifícios abandonados. O equipamento com potencialidades incríveis para ver filmes e especialmente jogar jogos ainda está a dar os primeiros passos mas a sensação de estarmos noutro local é incrível e notável. Resumindo, o sistema funciona mas está apenas no início e há muito ainda por explorar.
O ecrã para cada olho ainda não tem a definição desejada (cansa a vista) e faltam aplicações e jogos que permitam um uso mais frequente, fácil e barato. Falta também definir onde e de que forma se pode jogar já que apetece passear pela área virtual que vemos nos óculos mas andar no local real onde estamos pode trazer dissabores e... quedas.
O Gear VR chega em dezembro às lojas para demonstrações e em janeiro é colocado à venda - para já ainda não tem preço definido.
Apresentação
Novo Note 4, phablet tamanho XL aliado à elegância
Chegou o novo Samsung Note 4, um phablet com mais metal e elegância. Estivemos na apresentação nacional onde também conhecemos os peculiares óculos de realidade virtual Gear VR.
João Tomé
Estivemos na apresentação da Samsung Portugal da última versão do phablet – entre tablet e smartphone – Galaxy Note 4. À primeira vista e toque, a elegância e facilidade de manusear são as maiores surpresas. A Samsung abandonou as extremidades de plástico e aposta no metal para trazer elegância e melhor design. E a verdade é que resulta. O Note 4 parece de outra estirpe no que ao design diz respeito.
O ecrã continua de alta resolução e as 5.7 polegadas ajudam à vista, especialmente para vídeos, ou para explorar as potencialidades da caneta digital integrada S-Pen. Agora permite, por exemplo, ‘Copiar’ e ‘Colar’ todo o tipo de conteúdos, como se de um rato de um PC se tratasse.
A S-Pen está também mais sensível e prática e uma das peculiaridades neste sistema que é uma das razões do sucesso inesperado do gigante Note é que volta a tornar as pessoas destras ou canhotas (com a escrita digital normal usa-se mais as duas mãos).
Gostámos ainda da maior facilidade em utilizar o chamado 'multi-window', não só por permitir colocar duas janelas uma ao lado da outra e utilizá-las em simultâneo, mas também por deixar o utilizador minimizar aplicações como a Calculadora.
O carregamento também está mais rápido, permitindo uma opção mais rápida de 90 minutos (a normal é de 145). O preço continua acima do rival LG G3 (abaixo dos €500) e ao nível do iPhone 6 Plus: €799.
À venda desde dia 24, a Samsung volta a oferecer conteúdos editoriais por um período limitado (da Bloomberg à CNN) e inclui ainda 50GB na Dropbox durante um ano.
Uma das novidades com o Note 4 é a parceria com a marca de luxo Montblanc. Agora existem capas (que se integram com o Note 4 através de um chip e fornecem de imediato wallpapers e tipos de escrita especiais) e canetas digitais de luxo com preço a condizer - acima dos 200 euros.
Realidade virtual Gear VR
Uma das novidades apresentadas à imprensa pela Samsung Portugal foi o equipamento de realidade virtual Gear VR - numa parceria com a empresa adquirida em março pelo Facebook, Oculus VR. Esta espécie de óculos de realidade virtual funciona através do próprio Note 4, que é acopolado na parte da frente dos óculos e fornece os conteúdos.
Disponível para testarmos estavam imagens 3D com visualização de 360 graus de edifícios abandonados. O equipamento com potencialidades incríveis para ver filmes e especialmente jogar jogos ainda está a dar os primeiros passos mas a sensação de estarmos noutro local é incrível e notável. Resumindo, o sistema funciona mas está apenas no início e há muito ainda por explorar.
O ecrã para cada olho ainda não tem a definição desejada (cansa a vista) e faltam aplicações e jogos que permitam um uso mais frequente, fácil e barato. Falta também definir onde e de que forma se pode jogar já que apetece passear pela área virtual que vemos nos óculos mas andar no local real onde estamos pode trazer dissabores e... quedas.
O Gear VR chega em dezembro às lojas para demonstrações e em janeiro é colocado à venda - para já ainda não tem preço definido.
teste aos novos iphone
Teste para o Destak e Destak.pt. Outubro de 2014.
Teste
O tamanho afinal importa: testámos o iPhone 6 e o 'gigante' 6 Plus
Estivemos com o iPhone 6 e o polémico iPhone 6 Plus e falamos do tamanho, da resistência (dobra?) e da experiência. Descubra mais sobre um dos mais polémicos e falados aparelhos da Apple.
João Tomé
É dos temas mais em voga, o iPhone 6 dobra ou não dobra? O aumento de tamanho (a Apple cedeu ao que a concorrência já faz há algum tempo) é melhor ou não?
As preferências entre sistema iOS e Android são pessoais, ambos têm diferenças e vantagens e há motivos para gostar de cada um. Testámos durante uns dias as novas coqueluches iPhone 6 e o gigante (rival do Samsung Note) 6 Plus para tentar perceber a evolução do novo 'bebé' da Apple.
O ecrã maior faz, de facto, diferença e passado umas horas, olhar para o ecrã de 4 polegadas do iPhone 5S após experimentar os ecrãs de 4,7" e 5,5” do 6 e 6 Plus faz confusão, por parecer tão pequeno. É uma questão de hábito já que o ecrã do 5S continuará a ser perfeito para alguns – cabe mais à vontade na mão e no bolso.
O ecrã maior ajuda a melhorar a experiência da leitura e visualização de vídeos e imagens - também cansa menos a vista. A Apple fez os seus novos e maiores modelos muito elegantes (um dos seus pontos fortes) e arredondados, recorrendo novamente ao alumínio.
Ambos são semelhantes no aspeto (parecem irmãos) e o design não frustra os muitos fãs da marca. O iPhone 6 é mais fácil de pegar só com uma mão, mas a elegância arredondada (sem capa) torna-o um pouco mais fácil de escorregar da mão - foi a nossa impressão. A parte boa é que é bem mais resistente a quedas do que o 5S.
O iPhone 6 Plus, o tal referenciado no chamado 'Bendgate', nunca nos pareceu fácil de dobrar (sem utilizar força excessiva, já que essa estraga a maioria dos telefones),ao contrário do que tem aparecido na internet, e é melhor para utilizar com as duas mãos e de lado, como se de uma Playstation Portable se tratasse.
A Apple incluiu alterações úteis, permitindo utilizar o "ecrã" inicial de lado no caso do 6 Plus e, ao tocar duas vezes no botão central, o conteúdo desce para ajudar a alcançar só com uma mão (neste caso em ambos os aparelhos).
Ser elegante e fino torna o tamanho (que só agradará a alguns) menos incomodativo, mesmo para ter no bolso (no da frente, porque o de trás não é o melhor lugar para este gigante).
Sobre o mais recente caso em torno do iPhone 6, o Hairgate, onde clientes se queixam que ficaram com o cabelo preso na zona entre o ecrã e o alumínio, deverá ser situações em que o aparelho tem defeito, porque aqueles que testámos, fosse em barba ou no cabelo, nunca prenderam (mesmo depois de esforço nesse sentido). Aliás, não há espaço vísivel a olho nú entre o ecrã e o alumínio já que na zona final do vidro o ecrã arredonda um pouco e está bem junto ao "amigo" de metal.
O processamento é muito rápido em ambos mas só no 6 Plus é que a bateria melhorou a autonomia, o que é de lamentar. As câmaras são do melhor que já vimos num smartphone, mesmo em situações de pouca luz – isto apesar da resolução continuar em 8 megapixels, a nova lente (que no fim do dia é o que importa) é notável.
O 6 Plus tem ainda um notável estabilizador ótico de imagem que ajuda a tirar melhores fotos em movimento e, na verdade, é uma boa ajuda para as fotos mais apressadas.
O 6 é mais convencional e custa desde €699. Já o 6 Plus, como concorrente do Samsung Galaxy Note (a 4ª geração chega já no final do mês a Portugal) é só para quem não se importa de um aparelho tão grande e já custa desde €799. Ambos os valores são habituais para topos de gama e podem baixar através de contrato com as operadoras.
Opções não faltam num mundo cada vez mais assolado de smartphones, onde a luta Android e iOS (Apple) depende acima de tudo dos gostos pessoais de cada um. Certo é que ambos os novos iPhone são uma boa evolução não só em tamanho mas em experiência global (onde o iOS 8, que mudou pouco no visual e bastante nas opções, também tem importância).
Os principais rivais com fortes argumentos são aparelhos como o Samsung Galaxy S5, o HTC One M8 e, no caso do 6 Plus, o Samsung Note 4.
iPhone 6
POSITIVO - Câmara notável graças à lente; Wi-Fi e 3G mais eficazes; processamento rápido; elegância e design.
NEGATIVO - Bateria mantém a mesma autonomia do 5S; ser arredondado torna-o fugidio.
--
iPhone 6 Plus
POSITIVO - Ecrã 5,5” bom para vídeos; câmara com estabilizador ótico; soluções para ecrã grande; autonomia da bateria.
NEGATIVO - Tamanho não é ideal para uma mão ou bolso; não tem os widgets nem a caneta do rival Note.
Teste
O tamanho afinal importa: testámos o iPhone 6 e o 'gigante' 6 Plus
Estivemos com o iPhone 6 e o polémico iPhone 6 Plus e falamos do tamanho, da resistência (dobra?) e da experiência. Descubra mais sobre um dos mais polémicos e falados aparelhos da Apple.
João Tomé
É dos temas mais em voga, o iPhone 6 dobra ou não dobra? O aumento de tamanho (a Apple cedeu ao que a concorrência já faz há algum tempo) é melhor ou não?
As preferências entre sistema iOS e Android são pessoais, ambos têm diferenças e vantagens e há motivos para gostar de cada um. Testámos durante uns dias as novas coqueluches iPhone 6 e o gigante (rival do Samsung Note) 6 Plus para tentar perceber a evolução do novo 'bebé' da Apple.
O ecrã maior faz, de facto, diferença e passado umas horas, olhar para o ecrã de 4 polegadas do iPhone 5S após experimentar os ecrãs de 4,7" e 5,5” do 6 e 6 Plus faz confusão, por parecer tão pequeno. É uma questão de hábito já que o ecrã do 5S continuará a ser perfeito para alguns – cabe mais à vontade na mão e no bolso.
O ecrã maior ajuda a melhorar a experiência da leitura e visualização de vídeos e imagens - também cansa menos a vista. A Apple fez os seus novos e maiores modelos muito elegantes (um dos seus pontos fortes) e arredondados, recorrendo novamente ao alumínio.
Ambos são semelhantes no aspeto (parecem irmãos) e o design não frustra os muitos fãs da marca. O iPhone 6 é mais fácil de pegar só com uma mão, mas a elegância arredondada (sem capa) torna-o um pouco mais fácil de escorregar da mão - foi a nossa impressão. A parte boa é que é bem mais resistente a quedas do que o 5S.
O iPhone 6 Plus, o tal referenciado no chamado 'Bendgate', nunca nos pareceu fácil de dobrar (sem utilizar força excessiva, já que essa estraga a maioria dos telefones),ao contrário do que tem aparecido na internet, e é melhor para utilizar com as duas mãos e de lado, como se de uma Playstation Portable se tratasse.
A Apple incluiu alterações úteis, permitindo utilizar o "ecrã" inicial de lado no caso do 6 Plus e, ao tocar duas vezes no botão central, o conteúdo desce para ajudar a alcançar só com uma mão (neste caso em ambos os aparelhos).
Ser elegante e fino torna o tamanho (que só agradará a alguns) menos incomodativo, mesmo para ter no bolso (no da frente, porque o de trás não é o melhor lugar para este gigante).
Sobre o mais recente caso em torno do iPhone 6, o Hairgate, onde clientes se queixam que ficaram com o cabelo preso na zona entre o ecrã e o alumínio, deverá ser situações em que o aparelho tem defeito, porque aqueles que testámos, fosse em barba ou no cabelo, nunca prenderam (mesmo depois de esforço nesse sentido). Aliás, não há espaço vísivel a olho nú entre o ecrã e o alumínio já que na zona final do vidro o ecrã arredonda um pouco e está bem junto ao "amigo" de metal.
O processamento é muito rápido em ambos mas só no 6 Plus é que a bateria melhorou a autonomia, o que é de lamentar. As câmaras são do melhor que já vimos num smartphone, mesmo em situações de pouca luz – isto apesar da resolução continuar em 8 megapixels, a nova lente (que no fim do dia é o que importa) é notável.
O 6 Plus tem ainda um notável estabilizador ótico de imagem que ajuda a tirar melhores fotos em movimento e, na verdade, é uma boa ajuda para as fotos mais apressadas.
O 6 é mais convencional e custa desde €699. Já o 6 Plus, como concorrente do Samsung Galaxy Note (a 4ª geração chega já no final do mês a Portugal) é só para quem não se importa de um aparelho tão grande e já custa desde €799. Ambos os valores são habituais para topos de gama e podem baixar através de contrato com as operadoras.
Opções não faltam num mundo cada vez mais assolado de smartphones, onde a luta Android e iOS (Apple) depende acima de tudo dos gostos pessoais de cada um. Certo é que ambos os novos iPhone são uma boa evolução não só em tamanho mas em experiência global (onde o iOS 8, que mudou pouco no visual e bastante nas opções, também tem importância).
Os principais rivais com fortes argumentos são aparelhos como o Samsung Galaxy S5, o HTC One M8 e, no caso do 6 Plus, o Samsung Note 4.
iPhone 6
POSITIVO - Câmara notável graças à lente; Wi-Fi e 3G mais eficazes; processamento rápido; elegância e design.
NEGATIVO - Bateria mantém a mesma autonomia do 5S; ser arredondado torna-o fugidio.
--
iPhone 6 Plus
POSITIVO - Ecrã 5,5” bom para vídeos; câmara com estabilizador ótico; soluções para ecrã grande; autonomia da bateria.
NEGATIVO - Tamanho não é ideal para uma mão ou bolso; não tem os widgets nem a caneta do rival Note.
teste ao surface
Para o Destak; Destak.pt. Setembro de 2014.
Teste
O novo Microsoft Surface Pro 3, o tablet PC, revela-se
Estivemos com o novo Surface Pro 3, que fica entre o tablet e o ultrabook e torna-se numa alternativa válida para quer a mobilidade de um tátil e caraterísticas de portátil.
João Tomé
Hoje em dia, para além de simples computadores pessoais (PC, de secretária ou portáteis), há os tablets (mais pensados para entretenimento), os ultrabooks e os híbridos.
O Microsoft Surface Pro 3 é uma espécie híbrido: tablet com capacidades de PC. Na verdade, nesta mistura é provavelmente o melhor híbrido que já testámos – e um dos mais caros.
O novo Surface melhorou e é bem mais do que um mero tablet mas menos do que um portátil normal. A Microsoft melhorou a sua estreia em hardware tornando-o mais leve e fino (continua pesado) mantendo o ecrã de 12” e excelente resolução.
O novo suporte traseiro (ao estilo moldura de mesa) torna mais prático e fácil de colocar numa mesa e o seu teclado de teclas reais (há uma versão tátil) é fácil de usar e o melhor dentro do género (custa mais 107 euros).
A caneta digital agora incluída é útil para algumas tarefas, incluindo desenhar. O processador Core i5, com 4GB de RAMe os 128GB disponíveis (a versão Core i3 de 64GB custa 800 euros) tornam-no num bom substituto dos ultrabooks – com processamento muito rápido e Windows 8.1 –, embora não seja perfeito para ter ao colo.
O lado tátil, como mero tablet, melhorou bastante e permite instalar vários programas (incluindo Photoshop), como um PC normal.
O Surface está cada vez melhor, embora o preço continue ‘pesado’: nesta versão de 128 GB custa €999 (sem o teclado) o que faz dele um concorrente de ultrabooks como o MacBook Air (e respetivos rivais).
A dúvida persiste entre o 'corpo' mais elegante de um ultrabook e o lado prático e tátil de um tablet com caraterísticas de PC como o Surface. Só o gosto pessoal de cada um permitirá chegar a uma conclusão.
Teste
O novo Microsoft Surface Pro 3, o tablet PC, revela-se
Estivemos com o novo Surface Pro 3, que fica entre o tablet e o ultrabook e torna-se numa alternativa válida para quer a mobilidade de um tátil e caraterísticas de portátil.
João Tomé
Hoje em dia, para além de simples computadores pessoais (PC, de secretária ou portáteis), há os tablets (mais pensados para entretenimento), os ultrabooks e os híbridos.
O Microsoft Surface Pro 3 é uma espécie híbrido: tablet com capacidades de PC. Na verdade, nesta mistura é provavelmente o melhor híbrido que já testámos – e um dos mais caros.
O novo Surface melhorou e é bem mais do que um mero tablet mas menos do que um portátil normal. A Microsoft melhorou a sua estreia em hardware tornando-o mais leve e fino (continua pesado) mantendo o ecrã de 12” e excelente resolução.
O novo suporte traseiro (ao estilo moldura de mesa) torna mais prático e fácil de colocar numa mesa e o seu teclado de teclas reais (há uma versão tátil) é fácil de usar e o melhor dentro do género (custa mais 107 euros).
A caneta digital agora incluída é útil para algumas tarefas, incluindo desenhar. O processador Core i5, com 4GB de RAMe os 128GB disponíveis (a versão Core i3 de 64GB custa 800 euros) tornam-no num bom substituto dos ultrabooks – com processamento muito rápido e Windows 8.1 –, embora não seja perfeito para ter ao colo.
O lado tátil, como mero tablet, melhorou bastante e permite instalar vários programas (incluindo Photoshop), como um PC normal.
O Surface está cada vez melhor, embora o preço continue ‘pesado’: nesta versão de 128 GB custa €999 (sem o teclado) o que faz dele um concorrente de ultrabooks como o MacBook Air (e respetivos rivais).
A dúvida persiste entre o 'corpo' mais elegante de um ultrabook e o lado prático e tátil de um tablet com caraterísticas de PC como o Surface. Só o gosto pessoal de cada um permitirá chegar a uma conclusão.
xbox one
Publicado no Destak. Setembro de 2014.
XBOX ONE
Xbox One reina sala
Testámos a nova consola Xbox One e comparamos com a rival da Sony, a Playstation 4.
João Tomé
A grande rival da Playstation 4 (PS4) chegou em setembro a Portugal com argumentos forte e uma melhoria nos gráficos dos jogos de assinalar. A Xbox One, da Microsoft, é mais um capítulo na renhida luta de consolas entre a japonesa Sony (com a sua PS4 há vários meses à venda em Portugal) e a norte-americana Microsoft.
Um pouco maior do que a PS4, e sem a vantagem de colocar no modo ‘torre’, a Xbox One parece mais silenciosa quando está ligada e tem argumentos para ser um aparelho ‘rei’ do entretenimento da sala. A consola da Microsoft para além de ser para jogar (sozinho ou em rede) tenta juntar a TV por cabo (algo que não foi fácil de conseguir neste teste), o streaming de vídeo e até a facilidade com que se ouve música (o que, depois de 30 dias experimentais, tem custos para o utilizador), tudo no mesmo aparelho. Faltou-nos neste teste a câmara Kinect, de segunda geração, que não nos foi fornecida.
Testámos a Xbox One com um dos jogos mais populares, a versão mais recente de Assassin’s Creed, da Ubisoft. Nele somos um pirata nas Caraíbas pronto para matar de forma a conseguir um barco e tripulação.
Os gráficos incríveis mostram a evolução que se tem assistido no mundo das consolas, num jogo repleto de escolhas, níveis e locais escondidos e com preço acima dos 60 euros. Os extras online como o Xbox Live Gold têm um custo mensal a rondar os seis euros mas são importantes para jogar em rede (acção multijogador), fornecendo ainda um jogo gratuito por mês (nenhum dos mais desejados) e descontos.
Bem mais rápida, intuitiva e superior a nível gráficos à anterior, a Xbox 360, a Xbox One inclui leitor de Blu-Ray e é conhecida por ter mais jogos do que PS4. A rival da Sony ganha nas dimensões da consola e na facilidade de colocação na sala mas perde no ruído da ventoinha e nas potencialidades multimédia.
Com o novo jogo FIFA 15, a Xbox One custa €399, um valor semelhante à PS4.
XBOX ONE
Xbox One reina sala
Testámos a nova consola Xbox One e comparamos com a rival da Sony, a Playstation 4.
João Tomé
A grande rival da Playstation 4 (PS4) chegou em setembro a Portugal com argumentos forte e uma melhoria nos gráficos dos jogos de assinalar. A Xbox One, da Microsoft, é mais um capítulo na renhida luta de consolas entre a japonesa Sony (com a sua PS4 há vários meses à venda em Portugal) e a norte-americana Microsoft.
Um pouco maior do que a PS4, e sem a vantagem de colocar no modo ‘torre’, a Xbox One parece mais silenciosa quando está ligada e tem argumentos para ser um aparelho ‘rei’ do entretenimento da sala. A consola da Microsoft para além de ser para jogar (sozinho ou em rede) tenta juntar a TV por cabo (algo que não foi fácil de conseguir neste teste), o streaming de vídeo e até a facilidade com que se ouve música (o que, depois de 30 dias experimentais, tem custos para o utilizador), tudo no mesmo aparelho. Faltou-nos neste teste a câmara Kinect, de segunda geração, que não nos foi fornecida.
Testámos a Xbox One com um dos jogos mais populares, a versão mais recente de Assassin’s Creed, da Ubisoft. Nele somos um pirata nas Caraíbas pronto para matar de forma a conseguir um barco e tripulação.
Os gráficos incríveis mostram a evolução que se tem assistido no mundo das consolas, num jogo repleto de escolhas, níveis e locais escondidos e com preço acima dos 60 euros. Os extras online como o Xbox Live Gold têm um custo mensal a rondar os seis euros mas são importantes para jogar em rede (acção multijogador), fornecendo ainda um jogo gratuito por mês (nenhum dos mais desejados) e descontos.
Bem mais rápida, intuitiva e superior a nível gráficos à anterior, a Xbox 360, a Xbox One inclui leitor de Blu-Ray e é conhecida por ter mais jogos do que PS4. A rival da Sony ganha nas dimensões da consola e na facilidade de colocação na sala mas perde no ruído da ventoinha e nas potencialidades multimédia.
Com o novo jogo FIFA 15, a Xbox One custa €399, um valor semelhante à PS4.
lg g3
Publicado no jornal Destak. Julho de 2014.
Teste
LG G3 entra na luta dos tubarões ‘smart’
Testámos o novo topo de gama da LG na categoria de smartphones, embora o gigante G3, que é rival dos melhores, entre também na categoria de phablets (entre tablet e smartphone).
João Tomé
A luta no mundo dos smartphones e phablets continua ao rubro. Antes de a Apple apresentar o mais recente iPhone, há já várias opções com algumas caraterísticas superiores ao iPhone 5S. O LG G3 é um desses topo de gama, repleto de aliciantes e agora um rival de respeito para a compatriota coreana Samsung e o seu Galaxy S5 ou Note 3 ou a japonesa Sony Z2.
Com 5,5 polegadas (um pouco mais pequeno do phablet Samsung Galaxy Note 3, com 5,7" e maior do que o S5 - tem 5,1"), tamanho não falta num ecrã com resolução HD e um novo chassis de alumínio agradável e leve o suficiente para ser fácil de manusear.
Gostámos ainda da adaptação ao sistema operativo Android 4.4 feita pela LG, que torna o G3 mais “limpo” e simples, e do facto de ter bateria removível e espaço para cartão microSD.
O processamento quad-core 2.5GHz com 2GB RAM é excelente e a câmara de 13 megapíxeis foi uma boa surpresa, com um foco automático a laser que ajuda a tirar fotografias excelentes sem grande esforço ou cuidado de maior. No lado negativo o ecrã acaba por gastar demasiada bateria e o G3 podia ter mais autonomia. Ainda assim 'atira' a LG para a lista dos melhores smartphones no mercado e permite à marca coreana rivalizar com Samsung e Apple. Custa 629 euros.
Teste
LG G3 entra na luta dos tubarões ‘smart’
Testámos o novo topo de gama da LG na categoria de smartphones, embora o gigante G3, que é rival dos melhores, entre também na categoria de phablets (entre tablet e smartphone).
João Tomé
A luta no mundo dos smartphones e phablets continua ao rubro. Antes de a Apple apresentar o mais recente iPhone, há já várias opções com algumas caraterísticas superiores ao iPhone 5S. O LG G3 é um desses topo de gama, repleto de aliciantes e agora um rival de respeito para a compatriota coreana Samsung e o seu Galaxy S5 ou Note 3 ou a japonesa Sony Z2.
Com 5,5 polegadas (um pouco mais pequeno do phablet Samsung Galaxy Note 3, com 5,7" e maior do que o S5 - tem 5,1"), tamanho não falta num ecrã com resolução HD e um novo chassis de alumínio agradável e leve o suficiente para ser fácil de manusear.
Gostámos ainda da adaptação ao sistema operativo Android 4.4 feita pela LG, que torna o G3 mais “limpo” e simples, e do facto de ter bateria removível e espaço para cartão microSD.
O processamento quad-core 2.5GHz com 2GB RAM é excelente e a câmara de 13 megapíxeis foi uma boa surpresa, com um foco automático a laser que ajuda a tirar fotografias excelentes sem grande esforço ou cuidado de maior. No lado negativo o ecrã acaba por gastar demasiada bateria e o G3 podia ter mais autonomia. Ainda assim 'atira' a LG para a lista dos melhores smartphones no mercado e permite à marca coreana rivalizar com Samsung e Apple. Custa 629 euros.
auscultadores sony
Para o jornal Destak. Maio de 2014.
--
SOM
Chegou o Rolls Royce dos auscultadores
Sony lança os novos MDR-HW700DS com som digital surround wireless 9.1 e sem incomodar os vizinhos.
João Tomé
Os filmes já se podem ver em Blue-Ray, as televisões têm cada vez mais definição, os telemóveis estão cada vez mais brilhantes e inteligentes. E o som? O som também tem sofrido evolução. A Sony aposta agora num suprasumo da qualidade de som digital, o som surround virtual de 9.1 canais (que normalmente só é alcançado com muito espaço e várias colunas) nos seus novos auscultadores MDR-HW700DS.
Preparado para ser ligado por HDMI a televisões e consolas, o objetivo é colocar-nos dentro da ação com uma definição de som notável ao estilo sala de cinema, seja ela videojogos, a nossa série de televisão preferida ou filmes.
O sistema (com alcance sem fios de 30 metros e 12 horas de autonomia para os auscultadores) vem com uma caixa que se liga à televisão e que transmite o som preciso e puro, sem fios, para os auscultadores (podemos variar de modos, entre Cinema e Jogos).
Ouvir séries como Game of Thrones ou filmes de ação como Homem de Ferro é uma experiência bem diferente para melhor com esta qualidade sonora nos ouvidos. É uma qualidade a que facilmente nos habituamos e só reparamos no quão notável é quando passamos a para o sistema normal, com o som das colunas do televisor.
Do lado negativo só achamos que a caixa necessária para ligar o sistema à televisão é mais um acessório que temos de juntar aos já habituais (a box de televisão por cabo e/ou leitor de Bluray), o que não é positivo. O pior deste Rolls Royce do som é, tal como nos carros, o preço: €450. Ainda para mais tantos euros só inclui um par de auscultadores.
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SOM
Chegou o Rolls Royce dos auscultadores
Sony lança os novos MDR-HW700DS com som digital surround wireless 9.1 e sem incomodar os vizinhos.
João Tomé
Os filmes já se podem ver em Blue-Ray, as televisões têm cada vez mais definição, os telemóveis estão cada vez mais brilhantes e inteligentes. E o som? O som também tem sofrido evolução. A Sony aposta agora num suprasumo da qualidade de som digital, o som surround virtual de 9.1 canais (que normalmente só é alcançado com muito espaço e várias colunas) nos seus novos auscultadores MDR-HW700DS.
Preparado para ser ligado por HDMI a televisões e consolas, o objetivo é colocar-nos dentro da ação com uma definição de som notável ao estilo sala de cinema, seja ela videojogos, a nossa série de televisão preferida ou filmes.
O sistema (com alcance sem fios de 30 metros e 12 horas de autonomia para os auscultadores) vem com uma caixa que se liga à televisão e que transmite o som preciso e puro, sem fios, para os auscultadores (podemos variar de modos, entre Cinema e Jogos).
Ouvir séries como Game of Thrones ou filmes de ação como Homem de Ferro é uma experiência bem diferente para melhor com esta qualidade sonora nos ouvidos. É uma qualidade a que facilmente nos habituamos e só reparamos no quão notável é quando passamos a para o sistema normal, com o som das colunas do televisor.
Do lado negativo só achamos que a caixa necessária para ligar o sistema à televisão é mais um acessório que temos de juntar aos já habituais (a box de televisão por cabo e/ou leitor de Bluray), o que não é positivo. O pior deste Rolls Royce do som é, tal como nos carros, o preço: €450. Ainda para mais tantos euros só inclui um par de auscultadores.
huawei p7
Publicado no jornal Destak. Maio de 2014.
Apresentação
P7 traz brilho à Huawei
Novo Huawei Ascend P7 tenta colocar a marca chinesa na corrida pelos melhores smartphones. Estivemos em Paris para conhecer o topo de gama P7.
João Tomé
Foi com pompa, circunstância e efeitos especiais (que incluíram nevoeiro e telemóveis a 'nascer' do chão) que a marca chinesa Huawei apresentou, em Paris, o seu novo smartphone topo de gama, o Ascend P7.
O Destak fez parte do grupo que assistiu à apresentação europeia e já estivemos com a coqueluche da Huawei. O aparelho em que a marca chinesa deposita grandes esperanças inspira-se em grande parte no iPhone 5, apostando num aspeto sólido e moderno com uso de alumínio na parte lateral (o aspeto é bem semelhante ao smartphone da Apple).
O que o distingue, para além do ecrã 5,0 polegadas Full HD (a Huawei diz que tem a melhor resolução do mercado) é o facto de ser um dos smartphones mais finos de sempre: 6,5 mm de espessura é, de facto, incrível.
Mas para além do design e leveza (maior e mais leve do que o iPhone 5S) este telefone com conectividade 4G LTE tem uma câmara frontal de 8 MP, capaz de produzir o que a Huawei chama de Groufies: selfies panorâmicas (de grupo). O sistema funciona com a aglutinação de três fotos na mesma foto (tal como funciona a "panorâmica" no Samsung Galaxy S5).
A câmara principal tem 13 MP e usa um sensor de 4ª geração da Sony, ótimo para situações de pouca luz. De facto a qualidade das fotografias é excelente. A Huawei mostrou comparativos com o iPhone 5S e o Samsung Galaxy S5 onde o P7 parece superior.
O sistema Android 4.4.2 (adaptado para ficar mais simples e ficar mais semelhante ao iOS da Apple) funciona na perfeição com o processador quad core a 1,8 GHz, 2 GB de RAM. Inclui um útil slot do cartão microSD que pode levar um segundo micro SIM mas não permite remover a bateria.
O preço de €449 (chega ao mercado em junho) é bem competitivo face às caraterísticas e mais acessível do que rivais como o Samsung Galaxy S5 (acima dos 500 euros). A Huawei está no bom caminho.
Apresentação
P7 traz brilho à Huawei
Novo Huawei Ascend P7 tenta colocar a marca chinesa na corrida pelos melhores smartphones. Estivemos em Paris para conhecer o topo de gama P7.
João Tomé
Foi com pompa, circunstância e efeitos especiais (que incluíram nevoeiro e telemóveis a 'nascer' do chão) que a marca chinesa Huawei apresentou, em Paris, o seu novo smartphone topo de gama, o Ascend P7.
O Destak fez parte do grupo que assistiu à apresentação europeia e já estivemos com a coqueluche da Huawei. O aparelho em que a marca chinesa deposita grandes esperanças inspira-se em grande parte no iPhone 5, apostando num aspeto sólido e moderno com uso de alumínio na parte lateral (o aspeto é bem semelhante ao smartphone da Apple).
O que o distingue, para além do ecrã 5,0 polegadas Full HD (a Huawei diz que tem a melhor resolução do mercado) é o facto de ser um dos smartphones mais finos de sempre: 6,5 mm de espessura é, de facto, incrível.
Mas para além do design e leveza (maior e mais leve do que o iPhone 5S) este telefone com conectividade 4G LTE tem uma câmara frontal de 8 MP, capaz de produzir o que a Huawei chama de Groufies: selfies panorâmicas (de grupo). O sistema funciona com a aglutinação de três fotos na mesma foto (tal como funciona a "panorâmica" no Samsung Galaxy S5).
A câmara principal tem 13 MP e usa um sensor de 4ª geração da Sony, ótimo para situações de pouca luz. De facto a qualidade das fotografias é excelente. A Huawei mostrou comparativos com o iPhone 5S e o Samsung Galaxy S5 onde o P7 parece superior.
O sistema Android 4.4.2 (adaptado para ficar mais simples e ficar mais semelhante ao iOS da Apple) funciona na perfeição com o processador quad core a 1,8 GHz, 2 GB de RAM. Inclui um útil slot do cartão microSD que pode levar um segundo micro SIM mas não permite remover a bateria.
O preço de €449 (chega ao mercado em junho) é bem competitivo face às caraterísticas e mais acessível do que rivais como o Samsung Galaxy S5 (acima dos 500 euros). A Huawei está no bom caminho.
canon
Publicado no jornal Destak. Junho de 2014.
Teste
Canon evolui com SX700 HS e 1200D
Uma é câmara digital compacta com zoom de 30x, a outra é uma reflex clássica e menos acessível ao utilizador comum. Opções distintas com potencialidades semelhantes.
João Tomé
O mundo das câmara digitais continua a evoluir à medida que cada vez mais pessoas aderem à fotografia e buscam mais qualidade e zoom do que as câmaras dos smartphones. A Canon lançou agora duas opções para quem quer qualidade superior às câmaras de smartphones mas está a entrar agora no mundo da fotografia.
A opção mais versátil, prática e perfeita para viagens é a compacta Powershot SX700 HS. Pequena, leve mas com um zoom poderoso de 30x, permite enviar fotos via Wi-Fi para o telemóvel, tem várias opções divertidas, um ecrã de alta resolução e uma qualidade fotográfica acima da média neste tipo de câmaras. À noite ou quando está mais escuro não é tão eficaz quanto outras compactas mais caras como a Sony Cyber-shot DSC-HX60V.
A bateria tem uma autonomia razoável – mas para os fotógrafos de ‘gatilho fácil’ em viagem pode dar jeito uma suplente – e as fotos com pouca luz podiam ser mais definidas. Custa €379, um pouco mais cara do que a rival Panasonic DMC-TZ60.
Para quem se quer aventurar no mundo das SRL a clássica EOS 1200D é uma boa forma de começar com preços abaixo dos 500 euros (fica nos 459 euros). Tem um sensor de 18 MP e as melhorias face à compactar SX700 HS são claras em situações de pouca luz, graças ao ISO até aos 12800. O vídeo em 1080p e o foco automático ajudam os principiantes. O design prático também ajuda numa câmara corpulenta e nem por isso prática que permite mudar de lentes (traz incluída a 18-55mm).
Teste
Canon evolui com SX700 HS e 1200D
Uma é câmara digital compacta com zoom de 30x, a outra é uma reflex clássica e menos acessível ao utilizador comum. Opções distintas com potencialidades semelhantes.
João Tomé
O mundo das câmara digitais continua a evoluir à medida que cada vez mais pessoas aderem à fotografia e buscam mais qualidade e zoom do que as câmaras dos smartphones. A Canon lançou agora duas opções para quem quer qualidade superior às câmaras de smartphones mas está a entrar agora no mundo da fotografia.
A opção mais versátil, prática e perfeita para viagens é a compacta Powershot SX700 HS. Pequena, leve mas com um zoom poderoso de 30x, permite enviar fotos via Wi-Fi para o telemóvel, tem várias opções divertidas, um ecrã de alta resolução e uma qualidade fotográfica acima da média neste tipo de câmaras. À noite ou quando está mais escuro não é tão eficaz quanto outras compactas mais caras como a Sony Cyber-shot DSC-HX60V.
A bateria tem uma autonomia razoável – mas para os fotógrafos de ‘gatilho fácil’ em viagem pode dar jeito uma suplente – e as fotos com pouca luz podiam ser mais definidas. Custa €379, um pouco mais cara do que a rival Panasonic DMC-TZ60.
Para quem se quer aventurar no mundo das SRL a clássica EOS 1200D é uma boa forma de começar com preços abaixo dos 500 euros (fica nos 459 euros). Tem um sensor de 18 MP e as melhorias face à compactar SX700 HS são claras em situações de pouca luz, graças ao ISO até aos 12800. O vídeo em 1080p e o foco automático ajudam os principiantes. O design prático também ajuda numa câmara corpulenta e nem por isso prática que permite mudar de lentes (traz incluída a 18-55mm).
teste :: gadget
(Junho de 2014, Destak e Destak.pt). Maio de 2014.
Teste
Impressora 3D portuguesa pronta para criar objetos no lar
Testámos a primeira impressora 3D portuguesa - a peculiar, elegante e útil Bee The First -, e contamos a experiência.
João ToméE o que é uma impressora 3D? É uma ideia antiga mas só agora com a tecnologia e dimensão para chegar a todo lado. Permite, camada a camada, transformar um modelo desenhado no computador num objeto real. Já existem impressoras de vários tamanhos e com propósitos diferentes.
O que permite?
A Bee The First permite fazer objetos de dimensão pequena onde se inclui, por exemplo, suporte de telemóveis, galos de Barcelos, bigodes, brinquedos ou peças para a câmara Gopro.
Na verdade não há limites para o que podemos criar (tirando o tamanho dos objetos ou eventual complexidade de alguns).
O programa que acompanha a impressora tem modelos simples para experimentar. Depois podemos instalar programas específicos para desenharmos os nossos próprios objetos mas é bem mais fácil pesquisar na Internet modelos já feitos para a Bee The First concretizar.
É possível que nem todos sejam viáveis, dependendo da complexidade mas é um mundo de possibilidades que se abre graças às vários bibliotecas na web de modelos já existentes.
Como funciona?
Pesa 10 kg, tem a dimensão da caixa de um PC de secretária normal com a diferença de ser oco no meio, ser envolvido num acrílico branco e, já montada, ter uma prateleira ao centro onde a “magia” acontece através de uma agulha que vai deixando cair o plástico derretido.
Temos uma pinça para tirar restos de plástico e uma espátula para ajudar a tirar o objeto “impresso”. Vem com o rolo de filamento de policarbonato (plástico resistente) – recarregar custa menos de €20 – que fornece o material que a impressora derrete e depois a agulha e o movimento certo transformam no objeto.
Liga-se à eletricidade e por USB ao computador – a impressão é feita através do programa Beesoft. Existem depois modos de impressão, entre a alta resolução e a baixa resolução (o que permite regular o nível de pormenor) e a alta densidade e baixa densidade.
Um objeto pequeno demora menos de meia hora a estar pronto. Outra missão importante para que tudo corra bem é calibrar a impressora. Se não estiver bem calibrada é provável que os objetos fiquem um amontoado de fios amarelos finos sem nexo. Por isso é preciso estar atento na hora de imprimir a três dimensões.
Preço €1990.
Site da empresa portuguesa Bee Very Creative
Gadgets
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário. Maio 2011.
João Tomé
Samsung Galaxy Tab
Para combater o fino e leve iPad 2, a Samsung lançou duas novas versões do seu Galaxy Tab com 8,9 e 10,1 polegadas de tamanho. Ambos são ligeiramente mais finos e leves que o iPad 2, permitindo à marca de origem coreana anunciar que lidera nesses domínios os tablets disponíveis no mercado mundial. Com o novo modelo vem ainda o sistema da Google, na sua última versão, o Android Honeycomb, o já conhecido suporte Flash (que permite ver maior variedade de vídeos que o iPad, que é limitado e processador com dois núcleos e gravação de vídeo até 1080p, o que é bem catita.
Acer Iconia Tab W500
A Acer não quis ficar para trás e lançou este Iconia Tab W500, que vem com o sistema operativo Windows 7 e pode ser utilizado como portátil com ecrã, com o recurso a um teclado em separado. Este tablet tem um processador AMD, uma bateria com seis horas de autonomia (bem menos que o iPad) e uma placa gráfica Radeon, para ajudar a melhorar a experiência nos jogos. Não falta Bluetooth e WiFi, duas câmaras de 1,3 megapixeis e a tão desejada conexão USB (que o iPad não tem). Deve chegar dentro de semanas, pelo preço de 499 euros.
ASUS Eee Pad Transformer
É uma solução que vários já tentaram, mas ainda não “pegou” no mercado dos tablets. O Eee Pad Transformer não é só um tablet, transforma-se também numa espécie de portátil, já que tem um teclado que dá para integrar. Possui ainda um processador Tegra 2, com 1 GHz e 1 GB de RAM e funciona com o sistema da Google, na sua última versão, o Android Honeycomb, tal como o Samsung Galaxy Tab. O mais notável é a bateria: dura até 16 horas (bem mais que as 10 do iPad). Este “híbrido” de 10,1 polegadas tem câmera traseira (5 megapixeis) e frontal (1,2 megapixeis), giroscópio, GPS e ainda não tem preço.
Fusion Garage JooJoo
O maior tablet desta montra é o Joojoo, que já se chamou de CrunchPad. Tem 12 polegadas mas é maior e mais pesado. Depois tem a capacidade de usar o Flash, como a maioria dos concorrentes da Apple – que “embirra” com o programa que está em videos, publicidades e algumas animações –, não falta porta USB e as habituais duas câmaras. O processador Intel Atom N270 de 1,6GHz, com chip gráfico Nvidia Ion 1GB de RAM tem recebido críticas bastante más (especialmente por sobreaquecer com facilidade) e só tem 4GB de memória. Ainda não chegou cá e, de resto, não parece ser a melhor opção.
As alternativas ao iPad 2
Milhões por todo o mundo andam “loucos” com o recordista iPad 2, ao ponto de estar esgotado pela maioria dos sítios por onde já está à venda. Mas há vida para além da Apple.João Tomé
Samsung Galaxy Tab
Para combater o fino e leve iPad 2, a Samsung lançou duas novas versões do seu Galaxy Tab com 8,9 e 10,1 polegadas de tamanho. Ambos são ligeiramente mais finos e leves que o iPad 2, permitindo à marca de origem coreana anunciar que lidera nesses domínios os tablets disponíveis no mercado mundial. Com o novo modelo vem ainda o sistema da Google, na sua última versão, o Android Honeycomb, o já conhecido suporte Flash (que permite ver maior variedade de vídeos que o iPad, que é limitado e processador com dois núcleos e gravação de vídeo até 1080p, o que é bem catita.Acer Iconia Tab W500
ASUS Eee Pad Transformer
É uma solução que vários já tentaram, mas ainda não “pegou” no mercado dos tablets. O Eee Pad Transformer não é só um tablet, transforma-se também numa espécie de portátil, já que tem um teclado que dá para integrar. Possui ainda um processador Tegra 2, com 1 GHz e 1 GB de RAM e funciona com o sistema da Google, na sua última versão, o Android Honeycomb, tal como o Samsung Galaxy Tab. O mais notável é a bateria: dura até 16 horas (bem mais que as 10 do iPad). Este “híbrido” de 10,1 polegadas tem câmera traseira (5 megapixeis) e frontal (1,2 megapixeis), giroscópio, GPS e ainda não tem preço.Fusion Garage JooJoo
O maior tablet desta montra é o Joojoo, que já se chamou de CrunchPad. Tem 12 polegadas mas é maior e mais pesado. Depois tem a capacidade de usar o Flash, como a maioria dos concorrentes da Apple – que “embirra” com o programa que está em videos, publicidades e algumas animações –, não falta porta USB e as habituais duas câmaras. O processador Intel Atom N270 de 1,6GHz, com chip gráfico Nvidia Ion 1GB de RAM tem recebido críticas bastante más (especialmente por sobreaquecer com facilidade) e só tem 4GB de memória. Ainda não chegou cá e, de resto, não parece ser a melhor opção.
Gadgets :: o smartphone da Google
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário. Abril 2011.
Nexus S
Rapidez a toda a escala
Aquele que é o primeiro dispositivo Android com a mais recente plataforma – a GingerBread –, permite uma experiência bem mais próxima do mais recente iPhone do que os outros modelos no mercado, com melhorias óbvias no interface, no novo teclado muito prático, rápido e fácil de usar, na ferramenta de selecção de texto, no uso da internet e na funcionalidade de copiar e colar. Para isso ajuda e muito ter o processador Hummingbird com 1 GHz – vem com 16 GB de memória interna.
Monitor maior que o iPhone
Desenhado para caber confortavelmente na palma da mão (tem formas ergonómicas), o impressionante monitor Contour Display de 4 polegadas é maior que o concorrente da Apple tem óptima qualidade – permite ver melhor séries e filmes. O sistema de fotografia e vídeo (tem duas câmaras) poderia ser mais rápido no uso, mas não compromete. A vantagem maior face ao iPhone está na leitura de flash que permite, por exemplo, ver com facilidade e directamente da internet séries de televisão variadas e muito actualizadas.
O que não gostamos
Face a tantas melhorias num smartphone topo de gama é difícil criticar, mas aqui vai o nosso top de “dislikes”: videochamada não é permitida usando uma aplicação da própria Google; alguns dos plásticos têm uma aparência “baratucha”; o botão para desligar e ligar na parte lateral não é prático e o player de música ainda deixa a desejar. Ainda assim, DNA da Google traz coisas boas ao Nexus S, como a facilidade de pesquisa e o uso da internet para evitar encher com facilidade o espaço do telemóvel.
Nexus S
A inteligência da Google
Qual é coisa qual é ela, que é parecido com um iPhone, mas não é produzido pela Apple, mas sim pela Samsung, e consegue fazer quase tudo que o sistema da Apple mas com o toque personalizado da Google. A resposta: o Nexus S. Conhecido como o telefone da Google, interpreta como nenhum outro os valores da marca californiana e está disponível pela Vodafone, por 499,90 euros.Rapidez a toda a escala
Aquele que é o primeiro dispositivo Android com a mais recente plataforma – a GingerBread –, permite uma experiência bem mais próxima do mais recente iPhone do que os outros modelos no mercado, com melhorias óbvias no interface, no novo teclado muito prático, rápido e fácil de usar, na ferramenta de selecção de texto, no uso da internet e na funcionalidade de copiar e colar. Para isso ajuda e muito ter o processador Hummingbird com 1 GHz – vem com 16 GB de memória interna.
Monitor maior que o iPhone
Desenhado para caber confortavelmente na palma da mão (tem formas ergonómicas), o impressionante monitor Contour Display de 4 polegadas é maior que o concorrente da Apple tem óptima qualidade – permite ver melhor séries e filmes. O sistema de fotografia e vídeo (tem duas câmaras) poderia ser mais rápido no uso, mas não compromete. A vantagem maior face ao iPhone está na leitura de flash que permite, por exemplo, ver com facilidade e directamente da internet séries de televisão variadas e muito actualizadas.
O que não gostamos
Face a tantas melhorias num smartphone topo de gama é difícil criticar, mas aqui vai o nosso top de “dislikes”: videochamada não é permitida usando uma aplicação da própria Google; alguns dos plásticos têm uma aparência “baratucha”; o botão para desligar e ligar na parte lateral não é prático e o player de música ainda deixa a desejar. Ainda assim, DNA da Google traz coisas boas ao Nexus S, como a facilidade de pesquisa e o uso da internet para evitar encher com facilidade o espaço do telemóvel.
Gadgets :: minis
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário.
iPhone Nano?
As imagens são fictícias, criadas na Internet, e ajudaram a divulgar o rumor que a Apple vai lançar um iPhone mais pequeno e barato. Não houve nenhuma confirmação da empresa de Steve Jobs, que está sempre na vanguarda e adora o secretismo e não há certezas sobre que produto aí virá, nem tão pouco o preço ou a data de lançamento. Ainda assim, ficam as imagens criativas dos fãs da Apple a ilustrar a hipótese iPhone Nano.
Micro Rato USB
E porque há quem ache os ratos de computador um objecto fora de moda, a empresa Evergreen criou o Micro Rato USB. Custa nos Estados Unidos uns 17 euros e torna o antigo “matacão” que está sempre ao lado dos computadores, num minúsculo gadget portátil que não é volumoso para andar no bolso (para não gerar males entendidos nos homens) e tem quatro botões e uma esfera para nos guiar pelo estranho mundo dos computadores.
inPulse smartwatch
Depois do telefone inteligente está aí o relógio inteligente – nada que não se visse em séries antigas como o Olho Vivo ou nos filmes de James Bond. A inPulse lançou nos Estados Unidos uma relógio inteligente, com processador, tal como um computador e a possibilidade de jogar jogos como o DOOM e fazer tarefas normais de um smartphone. Tem ligação com os telefones BlackBerry e até dá para fazer chamadas.
Mini netbook NEC
Os pequenos netbooks (portáteis mais pequenos que os normais) têm vindo a perder terreno para a moda dos tablets. Mas a NEC está determinada a ressuscitar a espécie com o novo netbook com sistema Android (da Google e mais usado nos telemóveis) chamado LifeTouch Note. Com 8GB de memória, uma placa gráfica NVIDIA Tegra 2 CPU, um ecrã táctil resistente de apenas 7 polegadas (800 x 480 de resolução), a marca procura integrar características de tablet num computador normal. Quando surgir no mercado deve rondar os 450 euros.
Teclado Magic Wand
É pequeno, fino, facilmente desmontável, portátil e integra não só um teclado Apple Bluetooth como ainda o chamado Magic Trackpad, que mais não é do que um tapete táctil ao estilo tablet. Esta estrutura de alumínio desenvolvido pela TwelveSouth não só integra dois sistemas pequenos e práticos diferentes para mexer no computador, como promete trazer uma experiência nova. O preço da estrutura fica-se pelos 25 euros e é mais indicada para os clientes da Apple.
Pequenos, evoluídos e bons
Numa altura em que começaram a surgir rumores que a Apple poderá lançar um iPhone Nano (mais pequeno), fomos à procura de gadgets pequenos em tamanho mas grandes no conteúdo.iPhone Nano?
As imagens são fictícias, criadas na Internet, e ajudaram a divulgar o rumor que a Apple vai lançar um iPhone mais pequeno e barato. Não houve nenhuma confirmação da empresa de Steve Jobs, que está sempre na vanguarda e adora o secretismo e não há certezas sobre que produto aí virá, nem tão pouco o preço ou a data de lançamento. Ainda assim, ficam as imagens criativas dos fãs da Apple a ilustrar a hipótese iPhone Nano.
Micro Rato USB
E porque há quem ache os ratos de computador um objecto fora de moda, a empresa Evergreen criou o Micro Rato USB. Custa nos Estados Unidos uns 17 euros e torna o antigo “matacão” que está sempre ao lado dos computadores, num minúsculo gadget portátil que não é volumoso para andar no bolso (para não gerar males entendidos nos homens) e tem quatro botões e uma esfera para nos guiar pelo estranho mundo dos computadores.inPulse smartwatch
Depois do telefone inteligente está aí o relógio inteligente – nada que não se visse em séries antigas como o Olho Vivo ou nos filmes de James Bond. A inPulse lançou nos Estados Unidos uma relógio inteligente, com processador, tal como um computador e a possibilidade de jogar jogos como o DOOM e fazer tarefas normais de um smartphone. Tem ligação com os telefones BlackBerry e até dá para fazer chamadas.
Mini netbook NEC
Os pequenos netbooks (portáteis mais pequenos que os normais) têm vindo a perder terreno para a moda dos tablets. Mas a NEC está determinada a ressuscitar a espécie com o novo netbook com sistema Android (da Google e mais usado nos telemóveis) chamado LifeTouch Note. Com 8GB de memória, uma placa gráfica NVIDIA Tegra 2 CPU, um ecrã táctil resistente de apenas 7 polegadas (800 x 480 de resolução), a marca procura integrar características de tablet num computador normal. Quando surgir no mercado deve rondar os 450 euros.Teclado Magic Wand
É pequeno, fino, facilmente desmontável, portátil e integra não só um teclado Apple Bluetooth como ainda o chamado Magic Trackpad, que mais não é do que um tapete táctil ao estilo tablet. Esta estrutura de alumínio desenvolvido pela TwelveSouth não só integra dois sistemas pequenos e práticos diferentes para mexer no computador, como promete trazer uma experiência nova. O preço da estrutura fica-se pelos 25 euros e é mais indicada para os clientes da Apple.
Gadgets :: iPad 2
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário. Fevereiro 2011.
João Tomé
Ser ou não ser fino
A dieta pode não ter sido muito grande – o iPad2 perdeu 15% e tem agora 600 gramas –, mas a nova coqueluche da Apple, que Steve Jobs diz ser um aparelho “mágico” na chamada era pós-PC, está muito mais fino. Perdeu uns impressionantes 33% de espessura, o que o torna mais fino do que vários cadernos A4 – lá para 2020 é capaz de já ter a espessura de uma folha de papel.
Capa inteligente
Chamam-lhe a Smart Cover e está para o iPad 2 como a Olivia Palito está para o Popeye, perfeitos um para o outro. A Apple redesenhou o iPad ao mesmo tempo que criou esta capa muito fina que “agarra-se” através de imans e é facilmente removível – só cobre o monitor. O objectivo é não aumentar peso nem tamanho ao iPad. Funciona também como suporte ao iPad para ver filmes. Existem 10 cores diferentes e cinco opções em pele.
Processador Dual Core
O novo chip A5 é uma espécie de motor do iPad, agora com dois núcleos o que permite que este novo modelo seja duas vezes mais capaz e rápido a desempenhar as tarefas. Para jogar jogos, os gráficos estão nove vezes mais rápidos, o que permitirá aos criadores de jogos apresentarem produtos mais entusiasmantes. Apesar de toda a rapidez, a Apple garante que a bateria continua a ter 10 horas de autonomia.
iPad no televisor
A indústria dos tablets tenta seguir a tendência do iPad e o adaptador AV digital promete ser uma revolução nas salas de aulas. Este adaptador vendido em separado permite mostrar num televisor tudo o que fazemos no iPad, como se fosse um espelho.
Câmaras & FaceTime
Era um dos maiores desejos dos utilizadores do iPad original e a Apple cumpriu. O iPad 2 tem duas câmaras, uma frontal e outra traseira, concebidas para fazer videochamadas FaceTime, mas também para gravar vídeo de alta definição, HD. Também se pode tirar fotografias e para isso a Apple disponibilizou uma aplicação, a Photo Booth, onde as caretas ganham uma nova dimensão.
GarageBand & iMovie iPad
Quem mantiver o antigo iPad já pode, desde 11 de Março, ter o novo sistema operativo, 4.3, que tem algumas melhorias no Safari, iTunes e no Airplay. Mais do que isso, surgem duas novas aplicações pagas da Apple, o GarageBand (onde é possível criar e gravar música a partir de vários instrumentos) e o novo iMovie iPad, para editar vídeos à profissional. Aliciante.
O que é que o iPad 2 tem?
A segunda geração do tablet que vendeu 15 milhões de unidades em 2010 promete ser uma espécie de messias tecnológico de 2011, pelo menos é o que garante o “mágico” da Apple, Steve Jobs. A ajudar à experiência já existem 65 mil aplicações especiais para iPad. A magia chega a Portugal a 25 de Março. João Tomé
Ser ou não ser fino
A dieta pode não ter sido muito grande – o iPad2 perdeu 15% e tem agora 600 gramas –, mas a nova coqueluche da Apple, que Steve Jobs diz ser um aparelho “mágico” na chamada era pós-PC, está muito mais fino. Perdeu uns impressionantes 33% de espessura, o que o torna mais fino do que vários cadernos A4 – lá para 2020 é capaz de já ter a espessura de uma folha de papel.
Capa inteligente
Chamam-lhe a Smart Cover e está para o iPad 2 como a Olivia Palito está para o Popeye, perfeitos um para o outro. A Apple redesenhou o iPad ao mesmo tempo que criou esta capa muito fina que “agarra-se” através de imans e é facilmente removível – só cobre o monitor. O objectivo é não aumentar peso nem tamanho ao iPad. Funciona também como suporte ao iPad para ver filmes. Existem 10 cores diferentes e cinco opções em pele.Processador Dual Core
O novo chip A5 é uma espécie de motor do iPad, agora com dois núcleos o que permite que este novo modelo seja duas vezes mais capaz e rápido a desempenhar as tarefas. Para jogar jogos, os gráficos estão nove vezes mais rápidos, o que permitirá aos criadores de jogos apresentarem produtos mais entusiasmantes. Apesar de toda a rapidez, a Apple garante que a bateria continua a ter 10 horas de autonomia.
iPad no televisor
A indústria dos tablets tenta seguir a tendência do iPad e o adaptador AV digital promete ser uma revolução nas salas de aulas. Este adaptador vendido em separado permite mostrar num televisor tudo o que fazemos no iPad, como se fosse um espelho.
Câmaras & FaceTime
Era um dos maiores desejos dos utilizadores do iPad original e a Apple cumpriu. O iPad 2 tem duas câmaras, uma frontal e outra traseira, concebidas para fazer videochamadas FaceTime, mas também para gravar vídeo de alta definição, HD. Também se pode tirar fotografias e para isso a Apple disponibilizou uma aplicação, a Photo Booth, onde as caretas ganham uma nova dimensão.
GarageBand & iMovie iPad
Quem mantiver o antigo iPad já pode, desde 11 de Março, ter o novo sistema operativo, 4.3, que tem algumas melhorias no Safari, iTunes e no Airplay. Mais do que isso, surgem duas novas aplicações pagas da Apple, o GarageBand (onde é possível criar e gravar música a partir de vários instrumentos) e o novo iMovie iPad, para editar vídeos à profissional. Aliciante.
Gadgets :: valentines
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário.
Especial dia Namorados
João Tomé
O sistema Android acolhe cada vez mais fãs e é conhecido por ser preferido pelos homens. Um dos modelos mais evoluídos é o HTC EVO, um smartphone já com tecnologia 4G, um processador decente e duas câmaras perfeitas para fazer videoconferência com a namorada. Uma delas tem 8 megapixeis com flash de duplo LED. Uma delícia.

iMusic chair
Ouvir música nunca foi tão relaxante. O sofá insuflável iMusic tem uma conecção ao leitor de MP3, permitindo ouvir em conforto total as músicas favoritas, tudo graças a duas colunas embutidas. Não garantimos que aguente duas pessoas…
iPad
Esta é uma prenda para dois e para um lar muito evoluído. Enquanto não chega o iPad 2, a versão inicial serve para ver séries ou revistas digitais em conjunto no lar, incluindo na cama, ou mesmo filmes. Dá para utilizar como um minicomputador, mas pelo tamanho e funcionamento intuitivo permite uma experiência diferente de qualquer outro gadget.
Paper Jamz
E porque muitos homens têm um verdadeiro ‘rocker’ dentro de si, esta guitarra simples é uma ajuda divertida para aprender a tocar vários tipos de música. É ao estilo Guitar Hero, mas é muito mais parecida com uma guitarra real.
--
Dizem que elas são mais fãs do mítico iPhone do que eles. O ecrã táctil imbatível do iPhone e o estilo são os pontos fortes do smarphone da Apple, a dificuldade em ultrapassar os controlos excessivos da marca é o entrave. Vai ser fácil ela perder-se nas milhares de aplicações para todos os gostos da loja Apple. Pena ainda não ter chegado o iPhone branco.
Bracelete Slap Nano
É para ser usada com o minúsculo iPod Nano e traz de volta um conceito antigo de pulseiras de metal que se colocavam no pulso com um mero golpe de “chapada”. Este Slap Nano, da empresa Griffin, dá música e as horas, isto porque é uma espécie de caixa que guarda o iPod Nano, como se de um corpo de relógio se tratasse.
Sony "Love" Reader
Esta edição especial de e-reader – leitor de livros no formato digital – da Sony tem um exterior totalmente em cabedal tingido a cor de rosa, para a namorada que gosta de exibir a cor feminina por excelência. Um presente para ler com um estilo muito próprio.
Color Changing Spa Lights
Para uma noite romântica um banho de imersão a dois pode ser a solução. Como velas dão muito trabalho, estas luzes com diferentes cores são seguras e trazem romance e luz à água. A bateria dura 120 horas, o que deve dar para muitos banhos e não apenas um.
Especial dia Namorados
Brinquedos ‘tech’ para dois
Não, não estamos a falar de brinquedos sexuais, mas sim dos outros, os gadgets mais inocentes. Deixamos algumas sugestões para a versão mais tradicional do dia dos namorados: ele e ela. João Tomé
Para dar a Ele
HTC EVO 4G
O sistema Android acolhe cada vez mais fãs e é conhecido por ser preferido pelos homens. Um dos modelos mais evoluídos é o HTC EVO, um smartphone já com tecnologia 4G, um processador decente e duas câmaras perfeitas para fazer videoconferência com a namorada. Uma delas tem 8 megapixeis com flash de duplo LED. Uma delícia.
iMusic chair
Ouvir música nunca foi tão relaxante. O sofá insuflável iMusic tem uma conecção ao leitor de MP3, permitindo ouvir em conforto total as músicas favoritas, tudo graças a duas colunas embutidas. Não garantimos que aguente duas pessoas…
iPad
Esta é uma prenda para dois e para um lar muito evoluído. Enquanto não chega o iPad 2, a versão inicial serve para ver séries ou revistas digitais em conjunto no lar, incluindo na cama, ou mesmo filmes. Dá para utilizar como um minicomputador, mas pelo tamanho e funcionamento intuitivo permite uma experiência diferente de qualquer outro gadget.Paper Jamz
E porque muitos homens têm um verdadeiro ‘rocker’ dentro de si, esta guitarra simples é uma ajuda divertida para aprender a tocar vários tipos de música. É ao estilo Guitar Hero, mas é muito mais parecida com uma guitarra real.
--
Para dar a Ela
iPhone 4
Dizem que elas são mais fãs do mítico iPhone do que eles. O ecrã táctil imbatível do iPhone e o estilo são os pontos fortes do smarphone da Apple, a dificuldade em ultrapassar os controlos excessivos da marca é o entrave. Vai ser fácil ela perder-se nas milhares de aplicações para todos os gostos da loja Apple. Pena ainda não ter chegado o iPhone branco. Bracelete Slap Nano
É para ser usada com o minúsculo iPod Nano e traz de volta um conceito antigo de pulseiras de metal que se colocavam no pulso com um mero golpe de “chapada”. Este Slap Nano, da empresa Griffin, dá música e as horas, isto porque é uma espécie de caixa que guarda o iPod Nano, como se de um corpo de relógio se tratasse.Sony "Love" Reader
Esta edição especial de e-reader – leitor de livros no formato digital – da Sony tem um exterior totalmente em cabedal tingido a cor de rosa, para a namorada que gosta de exibir a cor feminina por excelência. Um presente para ler com um estilo muito próprio.
Color Changing Spa Lights
Para uma noite romântica um banho de imersão a dois pode ser a solução. Como velas dão muito trabalho, estas luzes com diferentes cores são seguras e trazem romance e luz à água. A bateria dura 120 horas, o que deve dar para muitos banhos e não apenas um.
Gadgets :: consola 3d
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário. Janeiro 2011.
Nova Nintendo 3DS
João Tomé
A primeira consola sem óculos
Custa 250 euros e o que mais surpreende é o facto de oferecer 3D “ao natural”. Já testámos a 3DS numa breve passagem que ela teve por Portugal e podemos dizer que o sistema funciona - “sente-se” a profundidade dos objectos e personagens. Existe um botão que regula a intensidade das três dimensões (pode-se optar por tirar o efeito) e, apesar do monitor não ser tão grande quanto o da PlayStation Portable, transmite uma experiência única. Para além do ecrã principal, existe outro que é táctil e inclui menus e comandos.
Do futebol ao terror
A empresa nipónica disponibiliza no lançamento, entre outros, alguns pesos pesados dos jogos: Pro Evolution Soccer 2011 3D (desenhado especificamente), Super Street Fighter 3D e Resident Evil: Revelations. Em Junho chegam 25 jogos exclusivos para a 3DS, que será compatível com os títulos mais antigos. Graças ao sensor de movimento e a um giroscópio integrado será possível usar o nosso movimento em alguns jogos.
Tirar fotos em 3D
Outra das características únicas da Nintendo 3DS é tirar fotos 3D. Como é que é possível? Com duas câmaras na parte de trás da consola. O efeito é curioso. Também existe uma câmara frontal. A 3DS vem com funcionalidades que existem acesso a pontos Wi-Fi e, por isso, a Nintendo vai-se juntar a TMN para disponibilizar um serviço especial. A aplicação StreetPass, que permite trocar informações entre duas consolas automaticamente, é exemplo disso.
Nova Nintendo 3DS
Uma consola 3D e sem óculos
O cinema perdeu o exclusivo do 3D. A Nintendo apresentou a sua nova consola portátil 3DS, que chega a Portugal a 25 de Março e tem o condão de nos pôr a ver a três dimensões, sem precisarmos de óculos especiais (quem já os utiliza deve mantê-los colocados). João Tomé
A primeira consola sem óculos
Custa 250 euros e o que mais surpreende é o facto de oferecer 3D “ao natural”. Já testámos a 3DS numa breve passagem que ela teve por Portugal e podemos dizer que o sistema funciona - “sente-se” a profundidade dos objectos e personagens. Existe um botão que regula a intensidade das três dimensões (pode-se optar por tirar o efeito) e, apesar do monitor não ser tão grande quanto o da PlayStation Portable, transmite uma experiência única. Para além do ecrã principal, existe outro que é táctil e inclui menus e comandos.
Do futebol ao terror
A empresa nipónica disponibiliza no lançamento, entre outros, alguns pesos pesados dos jogos: Pro Evolution Soccer 2011 3D (desenhado especificamente), Super Street Fighter 3D e Resident Evil: Revelations. Em Junho chegam 25 jogos exclusivos para a 3DS, que será compatível com os títulos mais antigos. Graças ao sensor de movimento e a um giroscópio integrado será possível usar o nosso movimento em alguns jogos.
Tirar fotos em 3D
Outra das características únicas da Nintendo 3DS é tirar fotos 3D. Como é que é possível? Com duas câmaras na parte de trás da consola. O efeito é curioso. Também existe uma câmara frontal. A 3DS vem com funcionalidades que existem acesso a pontos Wi-Fi e, por isso, a Nintendo vai-se juntar a TMN para disponibilizar um serviço especial. A aplicação StreetPass, que permite trocar informações entre duas consolas automaticamente, é exemplo disso.
Gadgets :: ces
Para a secção de gadgets do jornal Mundo Universitário. Janeiro 2011.
Motorola Zoom
Foi considerado no CES, o grande concorrente do iPad e isso, nos dias que correm, é obra! A Motorola já há algum tempo que parecia desaparecida do mapa, mas o regresso foi em força. O aparelho foi considerado o mais completo do certame e distingue-se por ser o primeiro tablet Android (o sistema da Google, na nova versão 3.0) a superar o ecrã de 9.7 polegadas do aparelho da Apple – tem 10.1. Ou seja, é perfeito para ver séries ou um filme do quarto ao wc.
A moda dos tablets que já está a chegar às escolas e universidades norte-americanas, ganha neste modelo a possibilidade de fazer videochamadas, graças a uma câmara frontal (também grava vídeos em HD 720p). Para quem viu o primeiro American Pie, adivinham-se muitas aventuras. Tem um processador dual-core, de 1GHz, uma tela widescreen e chega ainda este ano à Europa.
Blackberry Playbook
Tem cerca de 7 polegadas, duas câmaras (o iPad ainda não tem câmaras), um processador dual-core (rápido) e chega com software da própria Blackberry. O Playbook serve para os “boys” e as “girls” brincarem e se organizarem e, diz quem já o viu, é muito fino, como o iPhone 4 e tem o Samsung Galaxy Tab o concorrente mais parecido.
Samsung Sliding PC 7
Esta espécie de híbrido parece um tablet normal, mas esconde um teclado que o transforma num portátil regular. A inovação espantou muita gente, mas resta saber se tem pernas para andar. É bem melhor e mais leve que um Magalhães, tem 10.1 polegadas e funciona com o Windows 7.
Dell Streak 7 4G
A Dell lançou um tablet de 7 polegadas e outro de 10. Há escolha do freguês. Tem o sistema Android da Google, uma câmara frontal, um processador dual-core, 16GB de memória e um sistema inovador de protecção do vidro ecrã. Tem bom aspecto.
Um mundo de tablets contra iPad
Dezenas de marcas juntaram-se em Las Vegas, na feira de tecnologia CES, durante os primeiros dias de Janeiro, para mostrar as novidades para o futuro, mas a certame ficou marcado pela luta entre cerca 100 tablets, que querem rivalizar com o iPad da Apple – a inovadora marca de Steve Jobs, como é hábito, não esteve presente só em espírito e na mente de todos os presentes.Motorola Zoom
Foi considerado no CES, o grande concorrente do iPad e isso, nos dias que correm, é obra! A Motorola já há algum tempo que parecia desaparecida do mapa, mas o regresso foi em força. O aparelho foi considerado o mais completo do certame e distingue-se por ser o primeiro tablet Android (o sistema da Google, na nova versão 3.0) a superar o ecrã de 9.7 polegadas do aparelho da Apple – tem 10.1. Ou seja, é perfeito para ver séries ou um filme do quarto ao wc.
A moda dos tablets que já está a chegar às escolas e universidades norte-americanas, ganha neste modelo a possibilidade de fazer videochamadas, graças a uma câmara frontal (também grava vídeos em HD 720p). Para quem viu o primeiro American Pie, adivinham-se muitas aventuras. Tem um processador dual-core, de 1GHz, uma tela widescreen e chega ainda este ano à Europa.
Blackberry Playbook
Tem cerca de 7 polegadas, duas câmaras (o iPad ainda não tem câmaras), um processador dual-core (rápido) e chega com software da própria Blackberry. O Playbook serve para os “boys” e as “girls” brincarem e se organizarem e, diz quem já o viu, é muito fino, como o iPhone 4 e tem o Samsung Galaxy Tab o concorrente mais parecido.
Samsung Sliding PC 7
Esta espécie de híbrido parece um tablet normal, mas esconde um teclado que o transforma num portátil regular. A inovação espantou muita gente, mas resta saber se tem pernas para andar. É bem melhor e mais leve que um Magalhães, tem 10.1 polegadas e funciona com o Windows 7.
Dell Streak 7 4G
A Dell lançou um tablet de 7 polegadas e outro de 10. Há escolha do freguês. Tem o sistema Android da Google, uma câmara frontal, um processador dual-core, 16GB de memória e um sistema inovador de protecção do vidro ecrã. Tem bom aspecto.
Tecnologia :: iPhone

O que é que o iPhone 3G tem?
João Tomé, publicado no Destak a 25-07-2008O iPhone 3G chegou para dominar. Apesar de ter várias falhas para um telemóvel topo de gama, possui virtudes acima da média e um conceito que apaixonou já milhões de pessoas por todo o mundo (tem esgotado).
O mais recente produto da Apple, de Steve Jobs, tem um design único, é leve, e faz uso, como nenhum concorrente, do enorme ecrã táctil, de funcionamento simples e intuitivo. No que respeita às características, o rápido acesso à internet, apresentando páginas como se estivéssemos num computador é o grande trunfo.
Permite configurar o e-mail para uma recepção automática e ir coleccionando aplicações. Já existem milhares disponíveis, incluindo jogos, gravadores de som, eBooks (é possível ler um livro a partir do iPhone) - é um mundo para se descobrir. O interface com o iTunes permite copiar contactos do outlook, listas de músicas e outras funcionalidades.
Tem acesso directo ao Youtube para ver vídeos (é a única forma de os ver) e um sistema de GPS de bom nível. No domínio das desvantagens, peca pela falta de uma câmara de bom nível (só tem 2MP) e que grave vídeos (também não é possível a videoconferência). Não existe a função copiar e colar e a bateria, se navegarmos muito na internet, não aguenta um dia.
A verdade é que não é perfeito, mas vale pelo conceito brilhante e pela facilidade de andar no bolso. Alguns dos seus concorrentes directos são o Nokia N95 e o Samsung Omnia (a ser comercializado pela TMN).
Nas opções disponíveis em Portugal pela Optimus e pela Vodafone, a versão com 8GB custa 499 euros e, a de 16 GB, custa 599 euros - o preço na Optimus só é este com retoma de 10 euros.
A Vodafone inclui um pacote de permanência na rede com um tarifário de 24 meses que pode baixar o preço para 129,90 euros.
A Optimus baixa apenas para empresas e profissionais, também com permanência e até 199 euros. Certo é que o sucesso está garantido e está aí para ficar.
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